Aberto oficialmente o 26º Encatho e a 24ª edição da Exprotel

Por: Camila Oliveira

 

Representantes da rede hoteleira do Brasil participaram da abertura do 26º Encontro Catarinense de Hoteleiros (Encatho), no dia 25, no CentroSul, em Florianópolis (SC), que tem nesta edição, tem como tema “A Hotelaria na Era da Informação”, sendo o eixo central a internet e suas relações com a hotelaria.

 

O objetivo é ao final dos três dias de trabalho, o setor hoteleiro estar mais bem preparado para lidar com a tecnologia da informação eletrônica em favor de seus negócios, na relação com seus clientes, fornecedores, bancos, órgãos da administração pública, operadores de turismo, agentes, entre outros. Já os novos sistemas de gestão hoteleira, gestão objetiva de redes sociais, operadoras virtuais, armazenagem de dados, ferramentas operacionais, deverão ser esclarecidos, debatidos e aprofundados  na perspectiva de enriquecimento, desmistificação e simplificação, para proporcionar aos gestores do turismo e da hotelaria um maior embasamento para suas decisões nesta nova Era Digital.

 

Na solenidade de abertura, o anfitrião do evento, o presidente da ABIH-SC, João Eduardo Amaral Moritz, falou que a intenção da entidade é aprofundar o debate, a troca de experiência e conhecimentos teóricos e práticos sobre o impacto das novas tecnologias e suas relações com a hotelaria. Ele garantiu ainda que os painéis serão coordenados e apresentados por profissionais com profunda vivência e expertise no tema. Debates serão instigados entre todos os participantes nos diversos momentos do evento, buscando a troca de conhecimento, migração das experiências pessoais e empresarias, com o objetivo de fazer com que todos os profissionais e empresários saiam, ao final do encontro, melhor preparados para lidar com as novas tendências.

 

“As novas tecnologias despontam como solução e desafio ao empresário. E, se antes o empreendedor podia optar por esta ou aquela forma de realizar seus negócios hoje se vê impelido a adotar as novas tecnologias sob o risco de ser eliminado do mercado. Não há saída porque o consumidor hoje é tecnologicamente tão ou mais atualizado tecnologicamente do que muitas empresas”, afirma Moritz.

 

CO

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