Abracorp debate implementação e impactos do Iata Travel Pass

Gervasio Tanabe, presidente executivo da Abracorp, ancorou o debate sobre o programa que visa padronizar toda a indústria de viagens

Iata
(Foto - divulgação)

A Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp) reuniu dirigentes de entidades setoriais e executivos da International Air Transport Association (Iata), para a apresentação e indagações a respeito do programa Travel Pass. O evento foi ancorado Por Gervasio Tanabe, presidente executivo da Abracorp.

O piloto do programa se dá no mês de março, enquanto que o lançamento, inclusive para Android, está previsto para abril. A rigor, trata-se de uma integração de soluções desenhada para o enfrentamento dos efeitos da pandemia. É um recurso digital capaz de integrar, de forma harmonizada e padronizada, toda a indústria global de viagens.

Tanabe lembra que os governos terão informações de fontes confiáveis e seguras, nas fronteiras. “Haverá acesso online aos certificados sanitários oficiais dos respectivos países – a exemplo do SUS, no Brasil – a partir de dados cadastrados pelos Sistemas Iata Travel Pass e Amadeus Safe Travel”, sintetiza Tanabe.

Entre outras facilidades, o Iata Travel Pass vai fornecer informações relevantes e indispensáveis aos passageiros. Entre elas está o rol de testes, vacinas e demais exigências, a serem fornecidas, de forma pontual e precisa, antes da viagem. A plataforma foi desenvolvida para a inteira proteção dos dados e da privacidade dos passageiros, de acordo com a LGPD.

Além de contribuir para a elevação da taxa de confiança dos governos, no tocante à abertura de fronteiras, plataforma presta serviço inestimável aos passageiros. Foi concebida para racionalizar e trazer, para a palma da mão, toda a operação aeroportuária. Faz interface interativa junto a governos, entidades, cias aéreas, na divulgação e comunicação de esclarecimentos de dúvidas sobre esta iniciativa.

Dany Oliveira, diretor Brasil da Iata, destaca a importância do evento, da busca colaborativa que envolve toda a indústria. E que o transporte aéreo se recupere e volte a crescer. Por sua vez, Filipe Reis, diretor Iata para Aeroportos Américas e há oito anos baseado em Miami (USA), lembra, nas considerações finais, o grau de exigência da Iata, ao longo de sua história.

“A situação exige muita paciência, resiliência, criatividade, trabalho em conjunto. E os países mais avançados na vacinação, como o caso dos EUA, confirmam isso”, finaliza.

O debate pode ser conferido abaixo:

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