Acordo “Céus Abertos” traz competitividade ao setor aéreo, diz Embratur

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Mais desenvolvimento econômico, competitividade e avanço para o País. Para o presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), Vinicius Lummertz, o acordo “Céus Abertos”, por meio do qual a abertura ou encerramento de novas rotas entre Brasil e Estados Unidos passam a ser livres sem limites de voos, pode trazer tudo isso para o País. Segundo o dirigente do Instituto, a aprovação do projeto pode ser crucial para que o setor aéreo possa continuar crescendo e se adequando a demandas dos viajantes estrangeiros e nacionais. O acordo entre os dois países foi assinado em 2012, mas ainda precisa ser referendado pelo Congresso Nacional.

“Precisamos ser mais produtivos, e chegar próximos a patamares internacionais. O ´Céus Abertos´ é uma das iniciativas, junto com a votação do PL 2724/2015, que permite a abertura de capital das companhias aéreas, moderniza a Lei Geral do Turismo e transforma a Embratur em agência, faz com que o Brasil consiga subir alguns degraus na competitividade, tanto para o turismo, quanto na atração de investimentos para o País”, afirma Lummertz.

Na última terça-feira (16), representantes das empresas de aviação American Airlines e Latam estiveram com o presidente Michel Temer e pediram sua ajuda para acelerar a viabilidade do Acordo Céus Abertos. Foi Temer, quando assumiu a presidência, em 2016, quem enviou o acordo para o Congresso, ratificando o interesse do País na questão.

No dia a dia, o acordo traz a chance de as empresas ampliarem a oferta de voos, aumentarem a cartela de serviços e atender novos mercado por meio de rotas aéreas, expandirem e fortalecerem o transporte de carga, impactarem na geração de empregos e contribuição para o crescimento do Brasil, com desdobramentos e ramificações dos benefícios para outros setores da economia e da sociedade.

“Quebrando entraves burocráticos, o Brasil consegue avançar de maneira mais eficaz, impulsionando a economia e fortalecendo diversos setores da cadeia produtiva, como nesse caso o da aviação comercial”, reforça o presidente da Embratur. Para Lummertz, a modernização da legislação e abertura do País para o mercado internacional traz diversos benefícios para o mercado nacional. “Ao passo que provemos maior segurança jurídica, atraímos mais investimentos e oportunidades para o Brasil. Nesse caso, temos também a oportunidade de estimular o fluxo de turistas para o País, ou seja, duas fontes de receitas: os turistas estrangeiros e os investimentos das companhias aéreas”, complementa Lummertz.

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