Affinity Seguro Viagem cresce 1.600% na contratação de seguros no 2ºT

De acordo com os dados da Affinity, maio e junho foram os meses que mais demostraram alavancamento frente ao mesmo período de 2020

Affinity
José Carlos Menezes, diretor geral do Affinity

O setor está retomando. Esta é a leitura realizada pela Affinity Seguro Viagem, que notou entre os meses de abril e junho um crescimento de 1.600% no número de contratações, frente ao mesmo período em 2020. A empresa também justifica esse movimento pelo avanço da vacinação, que teve início este ano e fez com que muitos viajantes retornassem seus planos de férias.

De acordo com dados da empresa, abril já contou com alavancamento elevado de 863%, mas foram maio e junho que se destacaram, com crescimento de 2.042% e 2.676%, respectivamente.

“Estamos confiantes que daqui para frente a indústria do turismo vai seguir numa escala crescente. Ainda estamos distantes dos níveis pré-pandemia, mas conseguimos superar o momento mais drástico pelo qual passamos no auge dos casos de coronavírus e fronteiras fechadas em 2020”, avalia José Carlos Menezes, diretor geral da Affinity.

A Affinity notou mudança no perfil dos planos contratados. No cenário pré-pandemia, os clientes tinham o exterior como destino. Hoje, o destaque são as vendas nacionais. Atualmente, viagens domésticas representam 55% dos planos contratados. No âmbito internacional, América Latina corresponde a 13%, Estados Unidos e Canadá somam 9%, Europa também com 9% e demais países dividem os outros 14%.

A empresa também notou uma preocupação clara com contaminação de covid-19 durante a viagem. Pensando nisso, a Affinity lançou, em outubro de 2020, planos de coberturas específico para o caso. O serviço tem sido a escolha de 80% de todos os clientes durante esses dez meses.

“Os brasileiros já se sentem seguros em retomar seus planos, mas ao mesmo tempo, sabem da importância de ter uma cobertura completa, principalmente com as novas variantes da doença se espalhando.  Soma-se a isso o fato de que muitos países passaram a exigir o seguro”, explica o diretor geral.

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