Air Canada cresce 10% na receita e 75% na demanda de passageiros

De acordo com Giancarlo Takegawa, gerente geral da companhia no Brasil, dólar canadense mais barato que o americano e visto eletrônico são principais fatores

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Giancarlo Takegawa, gerente geral da companhia no Brasil

Além de anunciar o início da nova operação sazonal entre Montreal e São Paulo, que se inicia nesta quarta-feira (11), a Air Canada também comemorou o crescimento de 75% na demanda de passageiros, somando um montante de 200 clientes. De acordo com Giancarlo Takegawa, gerente geral da companhia no Brasil, há importantes fatores que levaram ao sucesso da aérea.


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“Em 2017, foi lançado o e-TA [Autorização Eletrônica de Viagem e-TA] que possibilita que o turista entre facilmente ao país. Para isso, é necessário ter um passaporte válido ou ter entrado no Canadá nos últimos dez anos. Isso, em união com o fato do dólar canadense ser 30% mais barato que o americano, resultou em alavancamento”, comemora o executivo.

Além da demanda, houve um crescimento de 10% no volume da receita, sendo o público corporativo responsável por 18% do faturamento e 10% da ocupação dos voos. “É realmente um conjunto de fatores: dólar canadense mais barato, visto canadense fácil e oferta. Por isso temos conquistado um grande número de reservas”, completa.

Ainda de acordo com ele, os números de ocupação são é outro motivo de celebrar, com uma média de 90%, chegando a 96% em alguns meses do ano, sendo a procura por intercâmbio e cursos técnicos os principais motivos de procura dos jovens. Este sucesso já se repete na nova operação entre Montreal e São Paulo, que vem performando bem nas reservas.

“Nossos voos são pensados e isso estimula os viajantes a optarem por ele. Essa rota é diurna e permite que o executivo trabalhe dentro do avião, não perca um dia de trabalho e possa chegar no destino e descansar no hotel, sem solicitar a antecipação do check-in, tendo uma noite confortável de sono”, pontua.

Hoje, o brasileiro é o principal mercado das rotas que ligam o Brasil ao Canadá, responsável por um montante de 70%, enquanto 24% pertence aos canadense. No entanto, este é um cenário que pode mudar, conforme adianta o gerente, já que foi anunciado no primeiro semestre a isenção de visto para quatro mercados, sendo o Canadá um deles.

As vendas podem crescer ainda mais com a entrada da companhia no programa de stopover de São Paulo. E para comemorar, o estado convidou operadores de Quebec para um famtour pelo litoral norte de São Paulo, além de dois dias para curtir os atrativos da capital.


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