Alagev aponta alta de 3,7% no segmento corporativo no 1º trimestre

Para 2019, a Alagev tem a expectativa que o segmento de viagens e eventos corporativos tenha um faturamento de R$ 70,16 bilhões

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O segmento de viagens corporativas está em alta nos três primeiros meses de 2019
O segmento de viagens corporativas está em alta nos três primeiros meses de 2019

As viagens corporativas cresceram 3,7% no 1º semestre deste ano com faturamento de R$ 16,5 bilhões, segundo a Alagev. A segunda edição da Pesquisa Conjuntural de Viagens Corporativas (PCVC), aponto o saldo positivo. Contudo, a associação espera variações menores para as próximas edições.

A pesquisa da Alagev, realizada em parceria com Mariana Aldrigui, professora e pesquisadora da USP, indica que o primeiro trimestre de 2019 fecha no mesmo patamar de crescimento, se comparado ao último trimestre de 2018.

Porém, na avaliação mês a mês, há uma queda de pouco mais de um ponto no crescimento do segmento, sendo a demora da tramitação da agenda de reformas do Governo Federal um dos principais indicadores que contribuem para a redução das cifras no segmento.

A projeção inicial de crescimento do Brasil era de 2,5%. Contudo, esse índice foi revisto para 1%. Para 2019, a Alagev tem a expectativa que o segmento de viagens e eventos corporativos tenha um faturamento de R$ 70,16 bilhões, 4,2% maior que em 2018.

Confira detalhes no gráfico da Alagev:

O gráfico da Alagev aponta alta no primeiro trimestre deste ano mas a associação já espera quedas nas próximas pesquisas
O gráfico da Alagev aponta alta no primeiro trimestre deste ano mas a associação já espera quedas nas próximas pesquisas

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“O cenário macroeconômico contribui para esse arrefecimento, uma vez que ainda há incerteza em relação aos rumos do País, o que impacta na geração de negócios”, explicou Eduardo Murad, Diretor-Executivo da Alagev.

“Se avaliarmos o gráfico de evolução, vimos o índice de janeiro com crescimento de 4,8% e fevereiro, já com um pequeno decréscimo, alcançando 4%. O trimestre fecha com índice de 3,7%, um resultado positivo quando comparado com o primeiro trimestre de 2018, mas com uma leve curva decrescente”, apontou Murad.

“A frustração dos empresários em relação às reformas e a projeção de crescimento cada vez menor repercute na postergação de investimentos, eventos, custos de viagens, entre outros”, esclareceu a professora Mariana Aldrigui.


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