Amadeus recomenda apoio a transição para sistemas abertos

Por: Camila Oliveira

 

Um novo estudo lançado, intitulado “Open for business”, defende que a indústria de turismo deveria adotar o software de código aberto para beneficiar-se de maior inovação, responder mais rapidamente às mudanças setoriais e do consumidor; e reduzir custos. O documento descreve como os sistemas abertos poderiam libertar a indústria de sua dependência de software proprietário e trazer às empresas de viagens maior vantagem competitiva.

 

Escrito pelo professor Jim Norton – renomado especialista em tecnologia – e patrocinado pela Amadeus, líder global em soluções de tecnologia para a indústria de viagens e turismo, o estudo explora o papel dos sistemas abertos em exigentes ambientes de processamento, em tempo real.

 

Entre as vantagens do uso do código aberto apontadas no material estão o poder de promover uma maior inovação, suportar maior agilidade para as indústrias e consumidores, além de reduzir os custos no setor de viagens. Outros benefícios desse sistema para a indústria são: maior inovação; habilidade para suportar uma gama maior de sistemas heterogêneos; exploração mais rápida do desenvolvimento de novas tecnologias; redução do custo total de propriedade; oportunidade para uma operação híbrida, fundindo as nuvens pública e privada; e um trabalho em andamento para melhorar a eficiência de plataformas de nuvem pública e privada em aplicações exigentes.

 

Ao identificar tanto as vantagens como os desafios da transição de sistemas fechados para os abertos, o estudo apresenta o progresso dessa tecnologia fundamental e considera as vantagens e as desvantagens de qualquer evolução adicional para a arquitetura aberta dos processadores de transações críticas.

 

O documento descreve como os sistemas abertos têm se desenvolvido e porque, atualmente, não são específicos apenas para um objetivo, mas possuem o potencial de oferecer benefícios para todo o setor. O texto também serve como uma orientação para as empresas e os setores que estejam considerando migrar para sistemas abertos, fornecendo uma visão geral dos desafios e do que deve ser feito para reduzir os riscos.

 

Entre as orientações, está a necessidade de manter equipes de desenvolvimento comuns entre os sistemas proprietários e abertos, com foco na integridade dos dados e na necessidade de reconhecer isso como uma mudança de negócio e não apenas como uma mudança técnica.

 

“Os sistemas abertos existem há quase duas décadas e estão, atualmente, fazendo grandes avanços em sistemas de computação essenciais e empresariais. O caminho dos sistemas proprietários para os abertos é longo e muitas vezes desafiador, mas representa nada menos do que uma revolução na indústria de TI”, afirma Norton, autor do estudo. “Praticamente toda grande empresa precisará realizar pelo menos alguns elementos dessa transição no médio prazo, portanto, compreender software de código aberto pode trazer benefícios, ao mesmo tempo em que avaliar realisticamente os desafios da transição também é essencial”, complementa o profisisonal.

 

“Na Amadeus, estamos comprometidos em migrar a nossa empresa para uma arquitetura de sistemas abertos e reduzir quaisquer riscos de transição. Os benefícios no longo prazo em termos de inovação, implementação mais rápida de novos desenvolvimentos, captação de talentos adequados e redução de custos são muito interessantes para nós e para os nossos clientes”, explica o vice-presidente executivo de desenvolvimento da Amadeus, Hervé Couturier.  “Ao sermos pioneiros no uso de sistemas abertos, fomos capazes de introduzir poderosas inovações ao mercado, incluindo os nossos portfólios principais como o Altéa Customer Management System e o Extreme Search”, comentou ainda o executivo.

 

CO

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