Assist Card dará reembolso para teste de PCR

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Assist Card, empresa global com 40 anos de atuação no Brasil, acaba de anunciar que dará reembolso para clientes que precisem fazer o teste de PCR para viajar. Com custo médio de R$ 330, o exame passou a ser documentação obrigatória para a entrada em alguns países – como Japão, Alemanha e Noruega, entre outros – e também vem sendo exigido por determinadas companhias aéreas para permitir o embarque.

O anúncio foi feito por Alexandre Camargo, country manager da Assist Card no Brasil, durante webinário promovido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo, com foco na importância do seguro-viagem, mediado por Mariana Aldrigui, presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP. A facilidade será lançada oficialmente amanhã, como benefício para clientes que comprarem o plano AC250 entre 7 de outubro e 30 de novembro deste ano.

“A regra é apresentar cópia da passagem aérea com a data e para um dos países que estejam exigindo o teste, que precisa ser feito 96 horas antes do embarque”, reforça Camargo. Viajantes com outros planos contratados com a Assist Card têm direito a 15% de desconto em laboratórios por todo o Brasil que fecharam acordo com a empresa de seguros. O custo médio do exame foi estabelecido como limite para o valor a ser reembolsado.

Outra novidade adiantada pelo country manager é o conceito de loja ao vivo, que deverá ser lançado em cerca de duas semanas. “Passageiros ou agentes de viagens que estiverem navegando pelo site e tiverem dúvida sobre os produtos podem clicar em um botão para ser direcionado à nossa loja no aeroporto de Guarulhos e ter atendimento imediato de um de nossos colaboradores”, explica Camargo.

Ainda em relação à pandemia, o country manager da Assist Card reforça que a empresa optou por manter o atendimento aos clientes, em nível global, desde o início da pandemia. “Sabemos que existe uma cláusula de exclusão em relação à coberturas em pandemia. Mas a empresa tomou a decisão global de oferecer assistência e tratar a covid-19 como qualquer outra enfermidade”, pontua.

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