Azul retoma em junho os voos em Vilhena (RO); confira

A Azul operará quatro voos semanais para Cuiabá, às segundas, quartas, quintas e sextas; A partir de julho, os voos serão diários

Azul

A partir de 7 de junho, a Azul Linhas Aéreas voltará a operar no Aeroporto de Vilhena, terminal que está com obras em fase final. A conexão inaugural deverá ser para Rondônia. A companhia operará quatro voos semanais para Cuiabá, às segundas, quartas, quintas e sextas.

“Vilhena é um destino extremamente importante para a Azul, por isso acompanhamos de perto as obras e esperamos que tudo seja entregue no prazo para que possamos voltar a conectar a cidade à nossa malha doméstica e internacional. São muitos os protocolos sanitários adotados pela empresa desde o início da pandemia e os passageiros que estiverem conosco vão perceber como viajar, mesmo em meio a este momento, tem sido tranquilo e seguro. Estamos otimistas e felizes com este retorno, especialmente porque agora poderemos operar com um avião maior e mais rápido no aeroporto que tem hoje a melhor infraestrutura de todo o interior de Rondônia”, afirma Vitor Silva, gerente de planejamento de malha da Azul.

A partir de julho, os voos entre Vilhena e Cuiabá serão diários, fortalecendo a presença da companhia em Rondônia e ampliando a oferta por via aérea. As passagens para todas as operações já estão à venda em todos os canais oficiais da Azul. Com as melhorias implementadas no Aeroporto Brigadeiro Camarão Vilhena, a retomada das operações em Vilhena acontecerá com um novo modelo de avião. Antes cumpridas pelas aeronave ATR 72-600, de 70 lugares, as ligações com a capital do Mato Grosso passarão a ser realizadas com o Embraer E-195, com capacidade para 118 passageiros.

Destaques Financeiros e Operacional

No primeiro trimestre, o EBITDA ajustado totalizou R$129,7 milhões, com uma margem de 7,1%. Este é o segundo trimestre consecutivo de EBITDA positivo. A Receita operacional ajustada por eventos não recorrentes relacionados à pandemia do covid-19, totalizou R$49,1 milhões no 4T20. Já as despesas operacionais ajustadas por eventos não recorrentes totalizaram R$31,8 milhões no 1T21, R$14,8 milhões no 1T20 e R$94,1 milhões no 4T20. O ASK doméstico aumentou 8,9% comparado ao 1T19 e 15,7% comparado ao 4T20.

A conectividade da malha da Azul, combinada com a flexibilidade da frota e forte demanda nos nossos mercados permitiu uma recuperação acima de 100% da nossa capacidade doméstica comparada ao mesmo período de 2019, uma das poucas companhias aéreas do mundo a atingir este nível. A receita operacional totalizou R$1,8 bilhão no 1T21, um aumento de 2,4% na comparação com o 4T20.

A Azul Cargo registrou um crescimento de 62,8% na receita líquida comparado ao mesmo período no ano passado, devido principalmente à nossa malha única e nossas variadas opções de serviços em logística. Despesas operacionais reduziram 22,4% ou R$589,2 milhões ano contra ano, especialmente devido a redução da capacidade e iniciativas de redução de custos implementadas desde o ano passado para que a Azul se torne uma companhia aérea mais eficiente após a crise.

CASK no 1T21 atingiu 28,5 centavos, uma redução de 4,7% trimestre contra trimestre. Ajustado por combustível e variação cambial, o CASK reduziu 10,2%, demonstrando a alavancagem operacional disponível para a Azul à medida que recuperamos nossa capacidade.

A liquidez imediata, incluindo caixa e equivalentes de caixa, investimentos de curto prazo e recebíveis, foi R$3,3 bilhões no trimestre, ou R$3,8 bilhões incluindo nossa opção já negociada para aumentar nossas debentures conversíveis. Durante o trimestre, a Azul teve R$552 milhões em entradas de caixa deduzidas de despesas operacionais, compensadas por pagamentos de postergações a fornecedores e arrendadores, desalavancagem e investimentos para a retomada.

Liquidez total, incluindo investimentos de longo prazo e recebíveis, reserva de manutenção e depósitos permaneceu robusta em R$6,3 bilhões, um aumento de 10,9% comparado com o 1T20. O Brasil claramente foi impactado pela segunda onda da pandemia do covid-19, mas continuamos vendo progresso no esforço de vacinação, com mais de 50 milhões de doses aplicadas. Diversos Estados e Municípios estão reduzindo suas medidas de restrição, o que já afetou positivamente as recentes tendências de reservas. Somente nos últimos quatro meses, o volume de reservas aumentou mais de 40% e esperamos que essa tendência acelere com o avanço da vacinação.

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