Crise do Boeing 737 Max 8 agrava perdas da Southwest; entenda

as perdas da Southwest com cancelamentos se somam a outro prejuízo de US$ 60 milhões com a queda da demanda

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A Southwest operava 34 aviões Boeing 737 Max 8 antes da paralisação global (Foto: Divulgação)
A Southwest operava 34 aviões Boeing 737 Max 8 antes da paralisação global (Foto: Divulgação)

A maior low-cost dos Estados Unidos, a Southwest, está em maus-lençóis com os cancelamentos. A companhia perdeu US$ 150 milhões como resultado de 9,4 mil voos cancelados de fevereiro a março. A perda foi agravada pela crise do Boeing 737 Max 8.

Assim, cerca de 2,8 mil cancelamentos da Southwest ocorreram devido ao banimento do Boeing 737 Max 8 do espaço aéreo americano pelo presidente dos EUA, Donald Trump, no início do mês. Ao todo, a aérea conta com 34 aviões do modelo em sua frota.

Além disso, as perdas estimadas de US$ 150 milhões se somam a outro prejuízo de US$ 60 milhões causado pela redução da demanda de passageiros no mesmo período do ano.

Nesta semana, um dos 737 Max 8 da empresa (com apenas os sete tripulantes a bordo) teve de realizar um pouso de emergência em Orlando. Assim, o debate sobre a segurança do modelo foi levantada novamente.


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Contudo, outros 3,8 mil voos da companhia americana foram cancelados em decorrência de mal tempo para voar e outros 2,8 mil devido a falta de manutenção, devido ao embate trabalhista com a Associação Fraternal de Mecânicos de Aeronaves (AMFA).

Devido aos cancelamentos, a Southwest estima que a capacidade para os três primeiros meses do ano devem crescer apenas 1%, um índice menor do que os 4% alcançados no mesmo período do ano passado.


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