Brasil lidera visitas ao Kennedy Space Center em janeiro

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Marcos Pontes entre Juanita Gomez e Victor Manjarrés, da TM Latin America

Os brasileiros são os que mais visitaram o Kennedy Space Center, em Orlando (EUA) em janeiro deste ano. Fora do período de alta temporada, o viajante do Brasil costuma sempre estar entre os 4 maiores emissores do centro de visitantes da Nasa.

O local traz uma série de atividades, apresentações, exposições das grandes missões da Nasa no espaço, além de oferecer experiências como um treinamento de astronauta, um simulado de uma estação espacial em Marte, um laboratório de engenharia para a programação de robôs, entre outros.

Se o viajante se programar, pode até, inclusive, acompanhar ao vivo o lançamento de um foguete ao espaço sideral. O Kennedy Space Center, representado no Brasil pela TM Latin America, também conta com visitas guiadas em português, por meio de tablets.

A ressalva do astronauta brasileiro, Marcos Pontes, que também é embaixador da Nasa e faz parte das atrações no Kennedy Space Center, é que o visitante chegue cedo ao local e esteja pronto para um dia inteiro de atividades, e que não se incomode muito com a barreira do idioma para aproveitar a visita.

“O português é a segunda língua do Kennedy Space Center. Apesar da maior parte das apresentações serem em inglês, as vezes consigo fazer um grupo só de brasileiros que torna a experiência no ‘Voo Com Um Astronauta’ mais legal ainda”, destacou Marcos Pontes.

“Mais de 50% dos visitantes do Kennedy Space Center são estrangeiros. É um local equipado para atender da melhor forma o visitante de fora”, destacou o TM Latin America, Victor Manjarrés.

Turismo espacial em breve?!

Pontes também destacou os avanços da tecnologia, desenvolvida ali mesmo no território da Nasa, para o transporte comercial de turistas em viagens pelo espaço, que já não parece estar tão longe de se concretizar.

A Virgin Galatic está trabalhando em serviços para o transporte de turistas ao espaço, a partir de viagens suborbitais, onde o ônibus espacial sai da atmosfera terrestre mas não permanece orbitando a Terra, realizando assim um parábola e retornando ao local de partida após um certo período.

A Bigelow Aerospace também tem planos de levar viajantes ao espaço nos próximos anos, porém, com direito a hospedagem. A empresa de Robert Bigelow, que se especializou na criação de módulos infláveis acima da atmosfera terrestre, pretende até 2021 dar início aos primeiros grupos de turistas que querem passar uns dias, literalmente, fora da Terra.

“As empresas que estão mais avançadas nessa parte são o Blue Origin e a Virgin Galatic. O setor privado está cada vez mais de olho no espaço e diferentes projetos estão programados para lançamento nos próximos anos, dependendo de certificados da FAA para começarem a receber turistas”, apontou o astronauta brasileiro.

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