Brasil registra queda de 73,6% na ocupação hoteleira em junho

De acordo com os dados do STR, mercados regionais e de lazer ainda contaram com ocupação de dois dígitos em junho, diferente de polos corporativos

Brasil

A hotelaria da América Central e da América do Sul registraram melhora, mesmo que tímida, na ocupação mês a mês, apesar das tarifas estarem mais baixas, segundo dados de junho do STR.

No Brasil, a ocupação caiu 73,6% frente ao mesmo mês do ano passado e chegou a 14,8%. A diária média, no mesmo período, contou com queda de 33,3% e fechou em R$ 199,76 no período, enquanto o Revpar teve queda de 82,4%, totalizando R$ 29,48. Assim, o Brasil registra os níveis de ocupação absoluta e Revpar mais baixos em junho no banco de dados da STR.

O desempenho permanece baixo nos principais mercados brasileiros, como São Paulo, considerado polo corporativo e que teve ocupação de 6,7% no mês. Os mercado regionais e de lazer, no entanto, registraram níveis de dois dígitos. O submercado Sudeste registrou ocupação de 17,6%, enquanto o regional do estado de São Paulo registrou 12,9% de ocupação.

Na América Central e do Sul

Foi registrada uma queda de 68,9% na ocupação, chegando ao patamar de 17,3%, comparado com o mesmo período do ano passado. Frente ao mesmo ínterim, a taxa da diária média caiu 34,6%, chegando a US$ 53,77, e a receita por quarto disponível (Revpar) contou com decréscimo de 79,7%, totalizando US$ 9,31.

Os níveis de ocupação absoluta e Revpar foram os mais de qualquer junho no banco de dado na STR nas regiões. No Equador, por exemplo, a ocupação caiu 87,4% em junho, comparado com 2019, chegando a 8,4%. Diária média e Revpar registraram queda de 35,6% e 91,9%, respectivamente, fechando o mês com US$ 62,78 e US$ 5,28, na ordem. Com esse número, Equador registra os níveis mais baixos de todos os meses registrados no banco de dados do STR.


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