Capitólio, em Minas Gerais, reabre cânions para atividades turísticas

Fechado desde o acidente envolvendo estruturas rochosas em janeiro, o município de Capitólio reabre nesta quarta-feira (30) seus cânions para visitações

Local do acidente em Capitólio (MG) (Foto - Divulgação-CBMMG) - mtur
Local do acidente em Capitólio (MG) (Foto - Divulgação-CBMMG)

Foi anunciado nesta quarta-feira (30) que a região dos cânions de Capitólio, na represa de Furnas, será reaberta para a realização de atividades turísticas. O decreto foi assinado na última quarta-feira (23) e entra em vigor hoje, conforme comunicado do prefeito Cristiano Gerardão.

Segundo a prefeitura do município de Minas Gerais, o local, que estava interditado desde o acidente em 8 de janeiro, passa a liberar a circulação conforme recomendações de estudos geológicos, da Marinha e da Polícia Civil. O decreto ainda prevê que o retorno aconteça de forma controlada e com redução de fluxo, respeitando limites de distância dos paredões e a entrada das embarcações no atrativo.

Entre as medidas obrigatórias que passarão a ser adotadas nos cânions de Capitólio estão a avaliação diária da estrutura geológica local, apresentação do termo de anuência e aceite pelos passageiros da embarcações, contendo orientações sobre as novas regras de visitação, além do uso de capacetes e coletes salva-vidas em todo o circuito.

Vale ressaltar que a circulação não será permitida em caso de chuvas ou deslocamento de blocos rochosos ou de solo, e será realizada em duas “filas” para que barcos naveguem de forma livre e rotativa. Por fim, foi proibida a circulação para além da área delimitada por boias de demarcação náutica, além do uso de aparelhos de som nas embarcações, dentre outras restrições envolvendo o tamanho e a velocidade máxima de embarcações.

“Esperamos que os visitantes voltem a frequentar a nossa cidade. É um passeio diferente, não só os cânions, mas os outros atrativos da região, como as cachoeiras e o parque. E também aproveitar essa mineiridade que temos aqui, com nosso acolhimento e a comida mineira”, conclui Gerardão.

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