China: recuperação da hotelaria deve ser rápida, afirma especialista

Segundo Jasper Palmqvist, diretor da STR para Ásia Pacífico, existe similaridade com o momento vivido em 2003, quando aconteceu o surto da Síndrome respiratória aguda grave (Sars, na sigla em inglês)
China
A capital da China, Pequim, registrou 387 casos confirmados e quatro mortes até o momento

O assunto que tomou conta de noticiários, jornais e sites nas últimas semanas pode não ter tanto impacto assim no setor hoteleiro. É o que acredita o especialista Jasper Palmqvist, diretor da STR para Ásia Pacífico, que se mostra otimista quanto a rápida recuperação da hotelaria da China.

De acordo com ele, o surto do novo coronavírus – que matou 1871 mil pessoas no país – não deve, a longo prazo, prejudicar os hotéis chineses. “Ao utilizar o surto da SARS, em 2003, como comparativo, vemos que a recuperação do destino asiático deve seguir de forma similar para 2020”, explica Palmqvist.

Até o momento, foram confirmados mais de 73.337 mil casos do novo coronavírus, sendo a maioria deles na China continental.

China com a SARS

Durante o período em que sofreu com a Síndrome respiratória aguda grave, o país registrou números baixos de ocupação (18%) e diária média (US$ 62,64 na época) durante o ápice da contaminação, em maio. Entretanto, três meses após o acontecido, o país registra índice de ocupação em 67%, enquanto a diária média sobre pouco mais de cinco dólares (USS$ 66,75).

Pequim, Guangdong (cidade originária do vírus) e Hong Kong foram as principais afetadas. Mesmo assim, no período de três meses, também apresentaram recuperação nos indicadores hoteleiros citados acima.


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