Conheça o perfil das vitoriosas da Azul que superaram o câncer de mama

0

Conversamos com quatro tripulantes (assim que chamamos todas as funcionárias e funcionários da Azul) que venceram o câncer de mama. Elas contaram suas histórias e se dispuseram a dar entrevistas para os veículos de imprensa, aproveitando o gancho do Outubro Rosa.

Jorilda Rosa de Oliveira, mora em São Paulo

Jorilda Rosa de Oliveira tem 48 anos e há três trabalha no call center da Azul em São Paulo. Ela descobriu o câncer de mama em julho de 2015 durante o autoexame. Em menos de um mês, Jorilda já estava na mesa de cirurgia para retirar o nódulo. Nossa vitoriosa se submeteu a quimioterapia por seis meses e realizou 32 sessões de radioterapia. Hoje, ela reage bem ao tratamento e está tomando remédios para garantir a cura do câncer. Jorilda conta que teve uma reação diferente das demais mulheres quando soube da doença: “Pensei comigo: se for câncer, não é disso que vou morrer. Tinha certeza que iria passar pelo tratamento e que venceria. Não dá para ficar escondendo uma coisa que é grave mas que não é o fim do mundo. Nós precisamos encarar”. Ela confessa que ter passado pelo câncer lhe trouxe aprendizados: “Sou uma pessoa que valorizo as pequenas coisas pequenas. Hoje consigo ver a vida de outra forma e aprendi que nós precisamos aproveitar as oportunidades que temos, porque não sabemos o que pode acontecer amanhã.”

Jussara Fátima da Silva, mora em Minas Gerais
Graças ao apoio da família e dos amigos do trabalho, Jussara Fátima da Silva também manteve a cabeça erguida para enfrentar o câncer de mama. Jussara, que trabalha na Azul como coordenadora de segurança do trabalho no hangar da Pampulha desde 2006,  descobriu a doença aos 40 anos no primeiro exame de mamografia. Assim como Jorilda, nossa tripulante de Minas Gerais passou pelo tratamento com sessões de quimio e radioterapia, além de tomar remédio por cinco anos e realizar acompanhamentos frequentes com o oncologista. Sete anos após ter descoberto a doença, Jussara está curada e entrou para o time de vitoriosas da Azul. A palavra de ordem que ela sugere para mulheres que acabaram de descobrir o câncer é reação: “A vida é uma caixinha de surpresa, todo dia que a gente acorda e abre essa caixinha a gente pode ver flores ou espinhos. Quando vemos flores, temos que aproveitar todos os segundos de felicidade. Quando vemos espinhos, temos que erguer a cabeça e ver que temos todas as ferramentas para vencer essa batalha. No meu caso, eu vi que tinha médicos bons me acompanhando, tinha minhas filhas, além de ter descoberto o câncer no início. Usei tudo isso a meu favor.”

Maria de Cassia de Oliveira Conceição, mora em São Paulo
Maria de Cassia de Oliveira Conceição, de 42 anos, soube que tinha câncer de mama em maio de 2014. Ela descobriu a doença através do autoexame, mas a confirmação do diagnóstico aconteceu justamente em um dia que deveria ser de festa: o aniversário dela. Mesmo abalada pela notícia, Maria de Cassia seguiu o tratamento à risca. Ela já passou por quatro cirurgias, mas ainda precisará ser submetida a um novo procedimento cirúrgico para reconstruir a aureola e o bico da mama. Enquanto atravessa o tratamento e se recupera do câncer, nossa vitoriosa, que trabalha no call center da companhia em São Paulo, afirma que encarar o problema de frente tem sido a melhor solução: “Meu mundo caiu. Lembro que no dia que fiquei sabendo tudo foi muito difícil, mas passou. Depois que eu analisei a situação e conversei com Deus, eu entendi que era preciso passar por isso. Aceitando a situação, as coisas ficaram mais fáceis de encarar. Não adianta se questionar porque não vai resolver.”

Cleonice Antunes Quaresma, mora em São Paulo
A história de Cleonice Antunes Quaresma, de 42 anos, guarda algumas semelhanças e diferenças se comparada a das demais vitoriosas da Azul. Assim como as outras mulheres, Cleonice, diagnosticada com câncer de mama em 2011 através de um exame de rotina, passou por uma cirurgia para a retirada de um nódulo e foi submetida a sessões de quimio e radioterapia. A diferença, porém, é que a doença voltou a afligir a agente de suporte de cargas da Azul em 2015. Dessa vez, Cleonice precisou fazer a mastectomia e teve que realizar novamente o tratamento de quimioterapia e de radio. Em janeiro de 2016, nossa vitoriosa voltou ao trabalho e, em maio deste ano, ela fez a cirurgia para reconstruir a mama esquerda. Cleo conta que quando descobriu o câncer pela primeira vez pensava que iria morrer: “Pra mim foi um susto, aos 36 anos, nunca tive caso de câncer na família, nem nada. Até que um dia fui fazer exames por precaução e saí de lá com pré-diagnóstico de câncer. Foi tudo muito assustador. Eu pensei que iria morrer, mas continuei saindo, viajando, estando com família e amigos e isso fez muita diferença. Pude assim ajudar outras pessoas que estavam se afundando.”

Fonte: Azul Linhas Aéreas

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here