Costa inicia construção do navio Toscana, nesta terça-feira (30)

O Costa Smeralda, gêmeo do Toscana, está programado para estrear no dia 20 de outubro deste ano, em um cruzeiro com embarque em Hamburgo e retorno à Savona

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O navio Costa Toscana será gêmeo do Smeralda e deve navegar em 2021 (Foto - Divulgação)

A Costa Cruzeiros deu início a construção do navio Toscana, o segundo companhia movido a gás natural (GNL), nesta terça-feira (30). A nova embarcação, com previsão de entrega para 2021, é irmã gêmea do Smeralda, com entrega agendada para outubro deste ano.

O Costa Smeralda, está em fase de conclusão e os últimos retoques no interior estão sendo feitos para que a embarcação comece a operar em outubro deste ano, oferecendo 11 restaurantes, 19 bares, uma área de spa, parque aquático, quatro piscinas, entre outros.

Ambos os navios terão 2,6 mil quartos cada e fazem parte do plano de expansão de frota do grupo com sete novos navios programados para entrar em operação até 2023 e um investimento global de mais de 6 bilhões de euros.

“Embora altamente inovadores, os navios Costa Toscana e seu irmão Costa Smeralda manterão o melhor do estilo italiano de navegar em hospitalidade, gastronomia e entretenimento, uma marca registrada da Costa Cruzeiros desde sua inauguração”, afirmou Neil Palomba, presidente da Costa.

Neil Palomba, presidente da Costa, ao lado de Jan Meyer, CEO do estaleiro da Finlândia Meyer Turku, no qual o Toscana está sendo construído, durante a cerimônia de Corte de Aço (Foto - Divulgação)
Neil Palomba, presidente da Costa, ao lado de Jan Meyer, CEO do estaleiro da Finlândia Meyer Turku, no qual o Toscana está sendo construído, durante a cerimônia de Corte de Aço (Foto – Divulgação)

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Costa e a redução de CO2

O uso do GNL é uma grande inovação da Costa para minimizar o impacto ambiental. O combustível representa uma melhora na qualidade do ar com eliminação total da emissão de dióxido de enxofre e redução de material particulado (entre 95 e 100%).

O Costa Smeralda e o Toscana são parte do plano estratégico de redução da emissão de carbono. A meta é reduzir em 25% a redução de carbono até 2020. Em 2018, a companhia já havia conquistado uma redução de 27,6% nas emissões.

“A utilização de GNL para navios de cruzeiro é uma grande inovação que inaugura uma nova era no uso de combustíveis com baixo teor de carbono. Mais uma vez, abrimos caminho para a indústria como um todo”, completa Palomba.


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