Cruzeiros: Segmento trouxe R$ 1,91 bilhão na temporada 2015/2016

Divulgado em dezembro, o Estudo de Perfil e Impactos Econômicos de Cruzeiros Marítimos no Brasil revelou que os impactos totais que foram resultados da temporada 2015/2016 atingiram a marca de R$ 1,91 bilhão. O valor inclui tanto os gastos diretos e indiretos das companhias marítimas, quanto as despesas de cruzeiristas e de tripulantes no período de novembro de 2015 a abril de 2016.

A pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) a pedido da Clia Brasil (Cruise Lines International Association) revela que a maior concentração ainda é com as despesas das armadoras que gastaram R$ 635 milhões entre combustíveis, fornecimento de alimentos e bebidas, taxas portuárias e impostos.

O quarto item na lista é o comissionamento pago às agências durante a temporada, que totalizou R$ 64 milhões. Custos com ações de marketing, reposição de água, descarte de lixo e pagamento de salários somaram R$ 98 milhões. O valor está 29,6% abaixo do montante gasto na temporada anterior, quando as despesas de armadoras atingiram R$ 1,13 bilhão.

O levantamento mostrou ainda que os 552 mil hóspedes – 0,5% a mais do que a temporada anterior– que embarcaram em viagens de navio deixaram, juntamente com os tripulantes, R$ 1,11 bilhão nas cidades destino, valor 10,3% acima do gasto registrado em 2014-2015 (R$ 1 bilhão).

O maior volume de gastos se divide entre os setores de alimentos e bebidas (R$ 350 milhões), seguido de perto pelo comércio varejista que responde por souvenires e presentes em geral (R$ 343 milhões). Em terceiro lugar vem o transporte antes e/ou após a viagem (R$ 178). Na sequência, estão contabilizadas as despesas com passeios turísticos (R$ 141 milhões), transporte durante a viagem (R$ 66 milhões) e hospedagens antes ou depois do cruzeiro (R$ 36 milhões).

Acesse o estudo completo aqui

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