Delta Air Lines discute como avanço da vacina impacta retomada aérea

Em parceria com a Emory Helthcare, A Delta Air Lines reforçou as medidas implementadas durante a pandemia e tirou dúvidas sobre a vacinação

Delta Air Lines
Luciano Macagno, diretor geral da Delta para América Latina, Caribe e sul da Flórida, e Dr. Carlos del Rio, assessor especial em doenças infecciosas da Delta, professor de Medicina da Universidade de Emory e médico no Emory Healthcare

A Delta Air Lines e a Emory Healthcare promovera, nesta quina (25), uma live para falar sobre as realidades das viagens e a contínua busca por segurança por parte dos passageiros. A conversa contou com a presença de Luciano Macagno, diretor geral da Delta para América Latina, Caribe e sul da Flórida, e Dr. Carlos del Rio, assessor especial em doenças infecciosas da Delta, professor de Medicina da Universidade de Emory e médico no Emory Healthcare.

Muito se espera quanto à retomada efetiva dos mercados atendidos pela companhia. Macagno afirma que esse reaquecimento vem acontecendo e que, hoje, já são mais de 200 destinos nos estados e 50 mercados internacionais sendo operados. “Na América Latina e Caribe, estamos voando em todo os países onde já atuávamos antes da pandemia”, comenta o profissional.

Ainda de acordo com o executivo, o foco da companhia é fornecer segurança, visto que, hoje, saúde e desenvolvimento econômico andam juntos. “Precisamos de saúde para a economia e a vacinação é um passo para isso. Ou seja, depende de nós a recuperação do mercado. O método é priorizar a saúde dos viajantes para que eles sintam confiança e voltem a viajar como antes”, comenta del Rio.

O diretor geral se orgulha de como a companhia agiu frente à pandemia e implementou as medidas de segurança, incluindo o uso obrigatório de máscara, o distanciamento social e a limitação dos serviços de bordo. “O índice de satisfação está mais alto do que nunca, justamente porque estamos proporcionando os passageiros viajar com segurança”, comenta.

O executivo reconhece, também, que o quesito segurança não é algo que vem à mente dos passageiros somente na hora de embarcar. Por isso, aconselha que os viajantes fiquem em contato com os agentes de viagens para ficar ciente dos critérios de entrada dos destinos. “Temos um mapa interativo que é atualizado regularmente com essas informações que são essenciais”, destaca.

Vacina é solução?

Del Rio esteve presente para tirar algumas dúvidas e desmistificar algumas informações sobre as vacinas. Ele reforça que é normal que, após tomar a vacina, o corpo reaja e possa ter febre ou reações. “As vacinas contêm proteínas que geram anticorpos. Elas são extremamente boas, protegem contra casos graves e de internação. Quanto antes nos vacinarmos, mais cedo acabamos com essa pandemia”, diz.

O médico afirma que, para que o status “pandemia”, deixe de ser usado, é necessário que cerca de 70% da população seja vacinada. “Cada vez que uma pessoa se vacina, mais perto chegamos do fim desse cenário”, Complementa.

E há quem pergunte: mas qual a melhor vacina? Del Rio conta que, por mais que haja algumas opções, são diferenças imperceptíveis que as distinguem.  “Todas são muito similares. A melhor vacina é aquela que está disponível e que você possa tomar hoje”, incentiva.

Delta: previsão

Del Rio não tem dúvidas que o avanço do processo de vacinação vai trazer um novo cenário ao mundo e, consequentemente, ao mercado turístico. “Teremos ferramentas à nossa disposição. As vacinas são um exemplo disso. Poderemos controlar a transmissão nos próximos meses, as mortes diminuirão”, estima.

Macagno reforça que a Delta Air Lines, por sua vez, vai continuar mantendo seus processos de segurança para garantir a saúde de colaboradores e passageiros. Quanto às expectativas, ele destaca que isso dependerá muito de como se dará a vacinação e o comportamento dos viajantes, sobretudo a sua confiança.

“Tivemos que nos reinventar e apresentar resiliência durante esse desafio grande. Nunca estivemos tão distantes, mas tão conectados. Temos formas de estar sempre presentes, como em videoconferências e todo o suporte tecnológico. No entanto, acreditamos que estamos perto de nos reunir novamente pessoalmente. Nada substitui esse contato”, conclui o diretor.

Deixe uma resposta