Delta anuncia novas lideranças e políticas a bordo; confira

A Delta também anunciou que não aceita mais reservas de animais de apoio emocional em nenhum de seus voos, a fim de promover o conforto geral

Delta Airlines
Delta (Foto: Divulgação)

A Delta Airlines acaba de anunciar a chegada de Alain Bellemare, como presidente internacional e Michelle Horn como vice-presidente sênior e diretora de Estratégia. A notícia foi dada por Ed Bastian, CEO da companhia.

“Estamos olhando para 2021 como um ano de recuperação e reconstrução, mesmo enquanto continuamos a enfrentar o ambiente perigoso e em constante mudança da pandemia global. Estou feliz em anunciar dois novos líderes que serão essenciais para ajudar a liderar nossa recuperação à medida em que continuamos a jornada como uma marca global confiável e conhecida pela inovação, serviço e cultura focados nas pessoas”, afirma.

Alain Bellemar que em 2020 se aposentou como presidente e diretor executivo da fabricante de aeronaves Bombardier, possui experiência era responsável por liderar o portfólio de investimentos internacionais e atuar na consolidação da marca Delta.

Já Michelle Horn comandará a equipe de Estratégia Corporativa a fim de encontrar novas oportunidades para a recuperação da empresa e colocando-a em posição de liderança no mercado. A executiva traz duas décadas de experiência como parceira da McKinsey e passagem pela investidora em tecnologia Softbank.

Delta em números

Conforme divulgado os dados financeiros do quarto trimestre, a Delta encerrou 2020 com US$ 16,7 bilhões em liquidez, incluindo caixa e equivalentes de caixa, investimentos de curto prazo e linhas de crédito rotativo não utilizadas. Ao longo do período, a queima de caixa foi de US$ 12 milhões por dia, em média, marcando uma redução de aproximadamente 90% no consumo de caixa desde o fim de março.

A despesa operacional total, que inclui US$ 930 milhões dos das medidas de combate e resposta à covid-19, diminuiu US$ 5,2 bilhões em relação ao mesmo período do ano anterior. Ajustadas para esses itens e com a venda de refinarias a terceiros, as despesas operacionais totais se reduziram em US$ 4,6 bilhões, ou 47%, no trimestre reportado em comparação com igual período do ano anterior, impulsionadas por menores gastos relacionados com capacidade e receita e forte gestão de custos em toda a empresa.

Segurança a bordo

A Delta também anunciou que não aceita mais reservas de animais de apoio emocional em nenhum de seus voos. A política atualizada da companhia segue uma emitida pelo Departamento de Transportes dos Estados Unidos (DOT, na sigla em inglês), a qual afirma que as transportadoras não são mais obrigadas a reconhecer pets de apoio emocional como animais de serviço.

“Aplaudimos o DOT por fazer essa mudança e reconhecer as preocupações que a Delta e outras partes interessadas levantaram nos últimos anos. A regra final do DOT permite que as companhias aéreas coloquem a segurança de todos os funcionários e clientes em primeiro lugar, à medida em que protege os direitos dos passageiros que precisam viajar com animais de serviço treinados”, disse a vice-presidente sênior de Serviço de Bordo, Allison Ausband.

Os passageiros que viajam com cachorro (s) de serviço treinado (s) devem enviar documentação DOT, por meio do Delta.com, atestando a saúde, o adestramento e o comportamento do cão 48 horas antes da partida. Se o voo for reservado menos de 48 horas antes da viagem, o cliente pode apresentar a documentação em um ponto de venda de bilhetes ou no portão de embarque.

Para voos com mais oito horas de duração, os tutores deverão enviar um formulário DOT Relief Attestation (atestado de alívio, em tradução livre), disponível no site da companhia, em que que o cão não fará suas necessidades na aeronave ou poderá fazê-lo sem causar problemas de saúde ou higienização.

“A política atualizada da Delta vem na esteira de um aumento de quase 85% nos incidentes com animais desde 2016, incluindo urinar, defecar e morder. Nossa prioridade máxima é a saúde, a segurança e o conforto dos clientes e de nosso pessoal. Acreditamos fortemente que essa mudança irá melhorar a experiência geral de viagem para todos”, afirma David Garrison, vice-presidente sênior de Segurança e Proteção Corporativa.

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