Delta promove treinamento sobre diversidade para todos os colaboradores

O treinamento explora o preconceito consciente e inconsciente, explicando como isso afeta os comportamentos e levando ao entendimento de como as ações individuais impactam os demais

Ed Bastian, CEO da Delta
Ed Bastian, CEO da Delta

A Delta Airlines lançou nesta semana, uma série de treinamentos interativos de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) que atingirá todos os colaboradores até 2022. Por enquanto, os cursos estarão disponíveis em um formato totalmente virtual. A inciativa visa despertar a autoconsciência, transformar o conhecimento em ação e desenvolver habilidades e competências para que os funcionários sejam mais inclusivos e efetivos quanto a essa questão no local de trabalho.

“Tratar uns aos outros com respeito e inclusão é fundamental para o nosso objetivo de conectar o mundo. A inclusão impacta diretamente nosso negócio: melhora a segurança, o engajamento e a produtividade de nossos funcionários; aumenta a satisfação e a fidelidade do cliente; e fortalece nosso desempenho financeiro, o crescimento da receita e a lucratividade”, pontua Ed Bastian, CEO da Delta Airlines.

O treinamento explora o preconceito consciente e inconsciente, explicando como isso afeta os comportamentos e levando ao entendimento de como as ações individuais impactam os demais. Como resultado, as oportunidades de aprendizagem fornecem resultados práticos para neutralizar a discriminação, valorizar os outros e tornar-se conscientemente inclusivo.

“Esse treinamento baseia-se nas experiências educacionais, programas e séries que temos em vigor há vários anos. É responsabilidade da nossa marca continuar promovendo mudanças e é responsabilidade do pessoal da Delta dar vida a essa missão”, diz Keyra Lynn Johnson, diretora de Diversidade e Inclusão da Delta.

Após incidentes de injustiça racial e períodos de agitação este ano, a Delta expandiu seus esforços para aumentar a conscientização sobre a importância da diversidade, equidade e inclusão. “A pandemia nos colocou em uma posição vulnerável de várias maneiras. Isso nos acalmou e nos permitiu ver e escutar coisas que, no passado, estávamos potencialmente muito ocupados para ouvir. Vamos superar a pandemia; vamos chegar ao outro lado dela. No entanto, se não avançarmos até o outro lado do racismo sistêmico, isso será um fracasso”, ressata Bastian.

Deixe uma resposta