Easy Travel Shop (ETS) comemora primeiro ano e planeja ampliação

Segundo Michael Barkoczy, presidente da Easy Travel Shop (ETS), a ideia é entrar no mercado corporativo e apostar na internacionalização

Easy Travel Shop (ETS)
Michael Barkoczy, presidente da Easy Travel Shop (ETS)

O que representa o período de um ano? Para um ser humano, um ano é tempo o bastante para dar os primeiros passos e correr livremente. Com a Easy Travel Shop (ETS), não foi diferente. A empresa, especialista em promoção de experiências, se consolidou e hoje já reúne um amplo portfólio nacional e internacional. Os serviços estão disponíveis em mais de 105 países. Só no Brasil, a ETS está presente em 22 estados. Tudo isso, em parceria com cerca de 200 fornecedores, mais de mil agentes de viagens e 40 produtores de conteúdos (que representam, juntos, 10 milhões de seguidores).

Michael Barkoczy, presidente da ETS, resume este período a palavra “orgulho”. Isso porque a empresa, que nasceu em meio à pandemia, conseguiu cumprir seu planejamento estratégico e fazer acontecer. “Temos a ETS bem mais desenhada. Fizemos todo o planejamento e entregamos muita coisa e não paramos. Agora é começar a trabalhar, reforçando cada vez mais nas vendas e continuar sendo a maior provedora de experiência do Brasil”, declara o profissional.

O executivo observa que a ETS vem para auxiliar não só o mercado como uma opção no trade, mas uma solução tanto para o receptivo quanto para o cliente final. “O viajante sempre teve um problema em saber o que os destinos tem a oferecer e, em sua grande maioria, deixa para pesquisar sobre isso quando chega ao local e perde um tempo precioso. Em nossa plataforma, ele já tem todas as informações e já pode adquirir os ingressos ali mesmo. Os receptivos, por sua vez, conseguem encontrar as experiências de forma centralizada na ETS”, pontua.

A ETS nasceu com planos detalhados sobre os seus primeiros meses de operação, conforme relembra Barkoczy. Seu primeiro mês de operação ocorreu em modelo soft opening e reuniu em sua base mais de 700 agências de viagens cadastradas, que poderiam já atuar como consultores para os clientes que estava à procura de experiência.

No mês seguinte, foi a vez da empresa fazer integração de seu sistema por meio de API. Neste ínterim, foi realizada uma parceria com a Iterpec, a fim de que a distribuição ocorresse também pela Juniper e Cangooroo. Hoje, a distribuição se estende em novas negociações com a 123 Milhas, Bedsonline e Europlus, por exemplo. “Apresentamos soluções para eles, que poderão consumir experiência por meio da nossa API”, se orgulha o presidente.

No terceiro mês de operação, uma das grandes novidades foi a oficialização do início das operações para o público final e a integração com produtores de conteúdo. Os influenciadores contam com um programa de filiados e conseguem gerar renda extra e apresentar os serviços que estão à disposição para seus seguidores. Hoje, são 40 produtores de conteúdos, que representam, juntos, 10 milhões de seguidores. A ideia é chegar a 300 influenciadores.

Para que tudo isso fosse assertivo, Barkoczy declara que a tecnologia se tornou um aliado fundamental. “Estamos com aplicativo, portal do consumidor e deskboards dos agentes de viagens e dos produtores de conteúdos. São ferramentas novas e desenvolvidas por nós. O que a gente consegue oferecer depois de um ano são experiências dentro e fora do Brasil, passeio privativos, monetização aos parceiros e facilidades para os viajantes, que podem fazer reservas em experiências internacionais com cartões de crédito nacionais e parcelar em até dez vezes”, afirma.

ETS: próximos passos

Foram muitas novidades durante esse primeiro ano de operação e, sobretudo, muitos resultados que possibilitam a empresa a ver com otimismo sua consolidação no mercado. E não somente no lazer, mas também no corporativo. Segundo informações exclusivas cedidas ao Brasilturis Jornal, a ETS está firmando nova aliança que possibilita atuar, também, com o nicho corporativo. “Fomos procurados pela Ten Group, que atende Visa e Mastercard. Nossas experiencias também estarão à disposição desses clientes VIPs”, antecipa.

No segundo semestre de 2022, o foco da ETS é a internacionalização da marca. “Nós vamos começar uma nova fase que é o início das operações in coming, que sempre foi muito discutido. Para o estrangeiro, o operador internacional sempre teve maior dificuldade em encontrar experiências para oferecer ao seu cliente e estamos com o Brasil bem catalogado”, detalha Barkoczy, que também confirma a presença da empresa em feiras e ações internacionais como ITB Berlim e Fitur.

Para 2024, os planos envolvem a replicação do seu modelo de negócio pelo mundo e, por isso, a ideia é investir em franchising. “Foi um ano muito forte e muito pautado em semear e plantar árvores no mercado. Eu acredito que, a partir agora, a gente começa a colher frutos. Voos e acomodações são muito importantes, mas as pessoas viajam pelas experiências e chegamos com essa solução”, reforça.

Em um ano, foram 12 mil clientes atendidos. Este é um número observado pelo presidente da empresa como algo pequeno e tímido, mas que demonstra como a empresa conseguiu inovar apesar da pandemia e da sua ainda recente operação. O que fazer a partir de agora? A resposta é inovar. “Vamos continuar seguindo com nosso planejamento estratégico e sendo os principais, e até agora únicos, a prover experiências”, conclui.

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