Eficiência e pé no chão

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Por Alexandro Ferreira, diretor Financeiro do Grupo Arbaitman/Maringá Turismo

Nossos números de volume de vendas e transações em maio refletem uma pequena melhora, mas o ceticismo do mercado manifestado por alguns executivos do setor deixa bastante evidente de que a retomada em 2022 será lenta. Tomara que não!Por um lado, existe um receio de que o mercado corporativo voltará aos patamares de vendas de 2019 apenas em 2024. 

Acredito que precisamos continuar sendo mais eficientes e com os pés no chão, para que em 2022 tenhamos uma capacidade sistêmica e humana ainda melhor para atender as demandas represadas de nossos clientes. O incremento de novos negócios e projetos conquistados por nossa área de Vendas e Relacionamento, no primeiro trimestre de 2021, contribuirá com essa perspectiva. As conquistas de contratos de quatro novos parceiros de negócios são bons exemplos disso. 

Por falar em trimestre, o primeiro trimestre do País não foi muito bom, mas o mês abril encerrou com grandes movimentações no mercado internacional. O avanço da vacinação, os estímulos à economia dos Estados Unidos e os resultados positivos das principais bolsas do mundo, fizeram com que os investidores ficassem mais otimistas em assumir risco. 

Não obstante, as boas notícias internacionais, as discussões no Brasil sobre orçamento e despesas do governo em 2021, inflação, CPI, deduziram um pouco do humor sobre o mercado no início de maio, cujas pautas devem se alongar nos próximos meses. Por fim, entendo que precisamos ocupar um papel de liderança e de vanguarda no mercado do turismo corporativo, eventos e tecnologia, naturalmente, no âmbito regional (pós-pandemia).

Creio que há muitas oportunidades no Brasil em razão do nosso País ser praticamente um continente, ainda pouco explorado em pleno século 21.

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