Executivos da Flytour Viagens opinam sobre dólar em espécie

Por: Priscila Ferraz

O consumidor final tem a cada dia mais dúvidas sobre como dividir seu dinheiro em viagens ao exterior. Alguns preferem dividir igualmente entre cartões pré-pagos, dinheiro físico e cartões de crédito, enquanto outros têm suas preferências em optar por somente uma forma de pagamento.

 

Com o aumento das taxas de cartões pré-pagos subindo igualmente aos de crédito por estipulação do governo, a dúvida só aumentou, e há quem prefira, agora, utilizar somente dinheiro em espécie para ver-se livre da porcentagem que ultrapassa o número seis. Como muitos estão comprando dólares em casas de câmbio, restou dúvida: vai faltar dinheiro físico?

 

Para os executivos da Flytour a resposta é negativa. “O cartão pré-pago tem suas facilidades, é possível carrega-lo a qualquer momento por meio de uma ligação. O que não vai mais acontecer é as pessoas colocarem 100% de seu dinheiro no cartão, porque a taxa pulou de 0,38% para 6,8, mas, mesmo assim, continua sendo interessante quando se está no exterior, para levar, pelo menos, parte do que se pretende gastar”, opinou o vice-presidente da Flytour Viagens, Michael Barkoczy.

 

O presidente da Flytour Viagens, Claiton Armelin, compartilha da mesma opinião. “Não acredito que vá acabar o dólar físico porque as pessoas continuam dividindo o total em dois, três meios diferentes ao viajar. Cartões de crédito, por exemplo, possuem programas de fidelidade com pontuações e bônus. Existem cartões que reembolsam 6% do valor gasto. Isso dá quase a cobrança do IOF, então esses meios ainda são boas considerações”, concluiu.

 

 

Priscila Ferraz de Mello

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