Famtour descortina novas paisagens do Marrocos para TMCs

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Grupo do famtour na praça dos carpinteiros, na Medina de Fez

Brasilturis Jornal dá sequência à série de textos exclusivos sobre a oferta turística no Marrocos para o segmento corporativo e de Mice, resultado de um famtour da Royal Air Maroc em parceria como DMC Atlas Voyages. O grupo de travel managers convidados fez um passeio de balão pela região de Oulad Garn, conheceu a cidade de Marrakesh e paisagens que já foram usadas como cenografia para filmes famosos, além de terem passado uma noite no deserto.

Nessa etapa da viagem, os gestores puderam conhecer uma nova paisagem, no centro-oeste do país, com clima frio e pontuada por coníferas. Prova que o Marrocos é rico em diversidade de cenários. Fundada pelos franceses, a cidade de Ifrane tem grande influência francesa em sua arquitetura, o que lhe rendeu o apelido de “Suíça marroquina”. A 60 quilômetros de Fez, o destino é famoso pela prática de esqui, já que fica a 1.700 metros de altitude. Os marroquinos, em especial os moradores de Fez, costumam fugir do alto verão para curtir as temperaturas que são, em média, 15 a 20 graus mais baixas.

Já em Fez, no dia seguinte, o grupo visitou os principais pontos turísticos. A cidade tem três características arquitetônicas: a zona moderna, com influência francesa, data do  século 20; El Jidia é originária do século 14 e a Medina é a zona antiga. O meio de transporte mais comum é o feito por burros.

A primeira parada foi no Palácio Real, erguido no século 14, durante a quarta dinastia de Marrocos, e considerado patrimônio nacional. A família real encomendou uma fachada artística que representa o artesanato da cidade, trabalho manual de cada um dos desenhos e cortes de azulejos nas paredes. Com 83 hectares, ele é um dos maiores e mais antigos do país.

No “Banho de Luz Alfareros”, os viajantes puderam conhecer a cerâmica típica de Fez. As peças são criadas com argila cinza e decoradas com coloridos mosaicos, nos quais se destacam as cores azul anil (simbolizando Fez) e verde (esperança). As peças são feitas manualmente e podem custar milhares de dólares.

Em seguida, o grupo entrou para conhecer Fez El Bali, a Medina da cidade. O labirinto de nove mil ruelas não inclui separação de áreas – turistas e locais convivem no mesmo espaço. Se perder pelas vias faz parte da visita que propõe uma verdadeira viagem no tempo, chegando à Idade Média. Lá dentro são 120 bairros e a presença dos cinco elementos em estruturas públicas, disponíveis para toda a população: água (fonte de água), mesquita (para rezar), escola (para conhecimento), banho (higiene), forno (para fazer pão).

Fundada no ano 859, a Universidade al Quaraouiyine é considerada a mais antiga do mundo. Já a mesquita, foi fundada com uma madraça (escola muçulmana) por uma mulher chamada Fatima al-Fihri, e tinha capacidade para até 20 mil pessoas. Com 14 portas, para entrar era necessário fazer um ritual de purificação, lavando três vezes as mãos, o nariz e o rosto.

Brasilturis Jornal viaja a convite da Royal Air Maroc e Atlas Voyages, com proteção Affinity e April Brasil
Esse texto faz parte de uma série sobre os atrativos turísticos do Marrocos que 
o Brasilturis Jornal publica com exclusividade até a próxima sexta-feira (20). 
Confira amanhã (19) o tour por Casablanca, porta de entrada dos turistas que 
viajam do Brasil com a Royal Air Maroc.

 

 

 

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