FBHA comemora 65 anos e reforça papel para hotelaria e alimentação

De acordo com Alexandre Sampaio, em entrevista ao Brasilturis Jornal, a união com demais entidades e confederações são essenciais para os desenvolvimentos dos mercados

Alexandre Sampaio - Eventos
Alexandre Sampaio (CNC e FBHA)

A Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) completa, nesta quarta (23), 65 anos. São mais de seis décadas de trabalho em dois importantes setores. Hospedagem, por exemplo, gerou 8,1% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e possibilitou a criação de 6,9 milhões de postos de trabalhando, equivalente a 7,5% dos empregos do País. Alimentação, por sua vez, corresponde a 2,7% do PIB e registra faturamento médio anual de R$ 176 bilhões.

De acordo com Alexandre Sampaio, presidente da federação, esse marco demonstra longevidade de representação sindical patronal de longa data que se aperfeiçoou e se transformou e que auxilia nos anseios de empresários e orientações jurídicas que a categoria precisa.

“A federação, desde o início da pandemia, se juntou com outras entidades patronais na crítica, nas sugestões e nos reparos. Este é um trabalho que é fundamental, que ajuda nos mecanismos que um empresário sozinho não poderia fazer, mas com a representatividade multiplicada pode fazer. Em suma, temos que estar atentos às expectativas e as demandas que os empresários possuem”, cita o presidente quanto à importância da FBHA.

Mudanças foram feitas para que a federação proporcionasse ainda mais significativos resultados aos mercados. De acordo com Sampaio, algumas delas inclui a transferência da sede para Brasília e o aumento de sindicatos – que dobrou na última década. Além disso, afirma que contínuos debates sobre os principais encargos que atrapalham o desenvolvimento dos setores, como o ICMS para restaurantes e ISS para a hotelaria, continuarão sendo pautas.

“Queremos continuar com um relacionamento da federação pontuando, deliberando e coordenando o trabalho do turismo dentro da Confederação Nacional do Comércio. Com isso, a gente consegue chegar em uma regionalização, ou seja, as Fecomercios já montaram os conselhos de turismo e nós, da confederação, e, com isso, fazemos com que os sindicatos interajam e haja aquela relação macro se reproduza regionalmente Brasil a fora”, declara.  


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