Fluxo de aprovação de viagens

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Com a benéfica e frenética evolução tecnológica, cada vez mais encontramos diferentes opções de canais para consumo de produtos e serviços. Quando observamos este tema pelo prisma da gestão de viagens corporativas, os gestores se deparam com inúmeros questionamentos de seus clientes internos. Têm de prover soluções que defendam os interesses da corporação, assim como do cliente interno. Mas, boa parte das expectativas dos mesmos, se atendidas, podem gerar perda de controle ou mesmo descumprimento de conceitos fiscais.

Exemplo disso é a distribuição hoteleira. Existem várias opções de canais para fazer uma reserva, entretanto cada qual tem sua metodologia e processo que podem ou não ser aderentes às necessidades de cada empresa. Uma das limitações mais comuns ocorre nos casos onde as empresas exigem a nota fiscal de hospedagem, pois, dependendo do canal distribuidor, isso não é possível já que alguns fornecem apenas recibos. Isso, entretanto, não impede a empresa de consumir somente os canais que oferecem um processo que contemple a nota fiscal.

Diante desses novos cenários, algumas empresas adotaram o modelo de consumo direto e exclusivo do distribuidor, utilizando as TMC’s somente nos casos onde ficam descobertos. Um ponto de atenção nestes casos é que eles perdem a possibilidade de comparação com os demais canais, desperdiçando possíveis economias. Entretanto, a utilização de diferentes canais permite uma competitividade entre eles e, consequentemente, redução de custos para os clientes. Atualmente, os processos de comparação de multiconteúdo de hotelaria são on-line e podem apresentar sempre a melhor opção de preço, de forma simples e eficiente.

Converse com sua TMC e identifique as oportunidades.  Alguns OBT’s estão aptos a oferecer todos estes conteúdos, proporcionando ampla transparência e principalmente redução de custos.

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