Flybondi reforça permanência no Brasil; confira a declaração

Em três meses no mercado brasileiro a Flybondi  atendeu cerca de 21.000 passageiros, com 95% de pontualidade nos voos e 85% de ocupação.
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Boeing 737-800 da Flybondi. Foto: reprodução

Na última quinta-feira (13), a Flybondi emitiu um comunicado à imprensa para esclarecer matérias que afirmavam sua saída do Brasil. A declaração reforça a permanência no país, o desempenho da companhia e planos de expansão.

“A Flybondi não planeja deixar o Brasil e temos cada vez mais planos de crescer com nossa frota e servir outros destinos brasileiros, além de voar para outras cidades da Argentina e até para outros países da região.

Até o momento a resposta do mercado é mais do que satisfatória, temos um volume de vendas muito forte nas três rotas operacionais e, de acordo com nossas estimativas, o número operado no final está alinhado com as expectativas levantadas”, diz o comunicado.

Desde outubro atuando no país, a Flybondi iniciou operações com a rota sendo Rio – Buenos Aires e depois Florianópolis – Buenos Aires em dezembro. A oferta continuou em expansão com a conexão São Paulo – Buenos Aires em janeiro e, no início de março, será aberta a rota Porto Alegre – Buenos Aires, com 14 vôos por semana.

“A crise na Argentina não foi um obstáculo, mas tornou os planos de expansão mais complexos e mais lentos para o cumprimento de alguns objetivos. Mas devemos ter em mente que a Flybondi nasceu como uma startup: em seus dois anos de operação, alcançou um crescimento sustentado de suas operações e negócios. Já é a terceira maior companhia aérea da Argentina, com 9% de participação no mercado de vôos domésticos. Por sua vez, é a companhia aérea com a melhor ocupação do país (89%), juntamente com a Latam.

Atualmente, 1 em cada 5 passageiros escolhe voar por companhias aéreas de baixo custo. No que diz respeito à situação no Brasil, sempre dizemos que em contextos de crise, baixos custos podem ser grandes aliados do consumidor e do segmento corporativo.

Se o brasileiro perceber que pode viajar a um preço 40% mais barato do que no passado, isso o encorajará a fazer mais viagens ou, pelo menos, manter as que já pagou menos”, finaliza a nota.


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