FRT aposta em troca do turista interno para o internacional nos EUA

Uma das maiores preocupações da FRT era que o volume represado de viajantes do Brasil fosse em grande parte direcionado para outros destinos abertos

Melissa Rosa e Fábio Timotheo (FRT Operadora)
Melissa Rosa e Fábio Timotheo (FRT Operadora)

A FRT , presente no IPW 2021, destacou que os Estados Unidos entrarão em um período de retorno de aulas presenciais nas escolas e de trabalho em escritórios e, por isso, deve voltar as atenções aos viajantes internacionais, principalmente os brasileiros, no fim de ano.

Enquanto que países da Europa como Portugal, Espanha e Alemanha abriam as fronteiras, os Estados Unidos sequer haviam anunciado a intenção de reabrirem, até o anúncio da Casa Branca na segunda-feira (20).

Contudo, se fossem depender dos índices alcançados durante a pandemia da covid-19, o mercado americano já estaria saciado com os números obtidos com o volume de viajantes domésticos. As viagens internas dos americanos colaboraram para o aumento da oferta de hotéis em destinos como Tampa Bay, St. Pete Clearwater, Fort Lauderdale, Las Vegas, entre outros.

Nesse cenário, uma das maiores preocupações da FRT era que o volume represado de viajantes do Brasil fosse em grande parte direcionado para outros destinos já abertos para os brasileiros. Porém, a reabertura mudou as perspectivas e animou a operadora.

“Com a abertura para o mercado internacional a tendência é que haja uma substituição dos turistas domésticos para os estrangeiros e o ‘timing’ é muito bom para eles e para nós, porque agora entra a nossa alta temporada e haverá o retorno das aulas e trabalho presenciais deles, abrindo espaço para a demanda represada de brasileiros”, afirmou Melissa Rosa, gerente de mercado Estados Unidos e Canadá da FRT.

“Foi algo que mudou tanto nosso planejamento e perspectivas que na segunda já começaram a entrar reservas para Orlando. O mercado americano estava sim muito defasado sem seus principais mercados internacionais, que são Brasil e Europa, e a notícia não poderia ter vindo em melhor momento, para os dois lados”, apontou Fábio Timotheo, CPO da FRT, baseado nos Estados Unidos.

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