Grupo Águia planeja DMC em Doha durante Copa do Mundo de 2022

Segundo Paulo Castello Branco, CEO do Grupo Águia, há uma grande procura, maior que a oferta, e que o trade pode se aproveitar deste produto

Stella Barros
Paulo Castello Branco, presidente de Projetos Especiais do Grupo Águia (Crédito da Foto: André Valentim)

O Grupo Águia promoveu, nesta segunda (8), uma live em parceria com o economista Ricardo Amorim e contou detalhes sobre seus pacotes para a Copa do Mundo no Qatar, que ocorrerá em 2022. Por meio da Stella Barros Turismo, que serve como subagência de venda, os pacotes incluem uma lista de diferenciais, como assentos exclusivos, bufê especial, bebidas à disposição, brinde comemorativo, serviço de Hostess e estacionamento no estádio.

De acordo com Paulo Castello Branco, CEO do Grupo Águia, a oferta de ingressos da Copa do Mundo é historicamente abaixo da demanda e, por isso, há uma certa loteria dos interessados, que, quando conseguem alguma vaga, vão para jogos que nem sempre são sua opção. “No caso da hospitalidade é diferente. É um programa agressivo. A gente sempre cumpriu com sobra. Vendemos os 64 jogos sem exceção e conosco já é garantido seu lugar”, comenta.

“A grande vantagem é que quem compra o programa de hospitalidade tem a certeza que vai assistir aos jogos e àqueles que você deseja”, conta Castello Branco, que relembra que só um agente exclusivo de vendas de hospitalidade no Brasil, que é o Grupo Águia, que nomeou a Stella Barros como subagente.

A demanda é grande e, sabendo da importância em bem receber, o Grupo Águia anunciou que vai preparar uma DMC para receber todos o público sul-americano em Doha. “O grupo de fato vive e tem uma experiência de Turismo de esporte, responsáveis por todo o futebol brasileiro e isso nós fazemos, nunca vimos nenhum outro fazer”, comenta o CEO, reforçando que esse bom trabalho exige conhecimento e pessoas qualificadas.

Grupo Águia: melhor evento pós-pandemia

De acordo com Castello Branco, a Copa do Mundo de 2022 será de fato o grande primeiro evento a ocorrer no período pós-pandemia. Ao ser questionado sobre as Olímpiadas, o executivo declara que há muitas incertezas no atual cenário e que nem se sabe se o evento vai ocorrer e, se ocorrer, ainda estará cheio de amarras.

“2021 não é um ano para as pessoas se libertarem. Não tem outra alternativa, a solução é a vacina e, em 2022, o mundo vai estar vacinado e colocamos na prateleira um produto com essas características, com grande fluxo de caixa e tempo para vender com tranquilidade, fora a animação e esperança que é estimada”, comenta.

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