Hórus Viagens visa aumento de 10% de viajantes brasileiros no Egito

De acordo com Sedik Faragalla, proprietário da operadora, o público não deixou de viajar, contudo, poderiam conhecer o Egito se houvesse malha aérea acessível para o destino

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Sedik Faragalla (Hórus Viagens)

Curitiba/PR – A Hórus Viagens, que esteve presente, entre os dias 3 e 4 no 25º Salão Paranaense de Turismo, aproveitou a oportunidade de apresentar o Egito aos visitantes. De acordo com Sedik Faragalla, dono da operadora, até o momento da feira, sediada no Expo Unimed Curitiba, no Paraná, já foram fechados sete grupos para o destino para 2020.

Esses grupos fazem parte do crescimento registrado pela empresa, que obteve um acréscimo de 40% no quadrimestre frente ao ano passado, movimentado, principalmente, pelos voos charters que partem do mercado europeu. No entanto, o profissional destaca que este número poderia vir a ser ainda maior com o mercado brasileiro se houvesse uma malha aérea mais acessível e mais baratas.


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“O Brasil é um País com cerca de 300 milhões de pessoas, onde a maioria nunca conheceu o Egito ou nunca viajou para fora da América Latina. É uma oportunidade para nós, do Egito, mas infelizmente não estamos a devida atenção. O Ministério do Turismo de lá está sempre focando mais na Europa, China e nos Estados Unidos”, declara.

Mesmo com pouco investimento advinda do ministério, Faragalla mantém uma visão otimista do mercado brasileiro, já que, segundo ele, as pessoas estão mais propensas a viajar, e, por isso, estima um crescimento de 10% em cima dos 22 mil brasileiros que conheceram o país em 2018.

Para isso, a Hórus Viagens visa continuar trabalhando as regiões brasileiras, apostando, atualmente, em São Paulo, no Rio de Janeiro e em toda a região Sul. Para o ano que vem, a ideia é começar a apresentar o destino para o Norte e Nordeste do País, marcando presença em feiras e eventos do mercado.

“Temos que divulgar o destino, apresentar a cultura, a gastronomia, a história e as praias. É um lugar lindo e barato para visitar”, finaliza Faragalla, lembrando do custo da libra egípcia, atualmente custando R$ 0,23.

A reportagem viaja a convite da Abav-PR com seguro Affinity


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