Hotelaria da América Central e do Sul registra queda de 48% na ocupação

Segundo dados da STR, a hotelaria da América Central e do Sul teve quedas bruscas em 2020 em todos os indicadores, se comparado a 2019

Hotelaria Nacional

A Hotelaria da América Central e do Sul registrou quedas significativas em ocupação e receita por quarto disponível (Revpar), segundo dados de final de ano de 2020 da STR. Frente a 2019, houve uma queda de 48,7% na ocupação, com a média da região chegando a 30%. A diária média, por sua vez, caiu 10,1%, fechando na média de US$ 78,75, enquanto o Revpar contou com decréscimo de 53,9%, ficando com média de US$ 23,62.

Dois países se destacaram nos dados de hotelaria da América Central e do Sul. Um deles é a Colômbia, que teve uma queda de 57,2% na ocupação e ficou com média de 25,5%. Diária média e Revpar caíram, respectivamente, 5,1% e 59,4%, encerrando o ano com US$ 71,39 e US$ 18,19, nessa ordem. Estes foram os níveis mais baixos em qualquer ano registrado no banco de dados da STR no país. Abril foi o período de menor ocupação (6%), mas a melhora constante possibilitou a Colômbia a chegar aos 30%.

Equador foi outro destino que chamou atenção. A ocupação chegou a 26,3%, um declínio de 56%, que acompanhou a diária média (US$ 76,29), que caiu 17,8%, e Revpar (US$ 20,09), com decréscimo de 63,9%. Os níveis de ocupação foram os mais baixos registrados no país. Junho foi o mês de menor ocupação, chegando 8,3%, mas os níveis voltaram a superar os 30% em dezembro.

No Brasil, o movimento é o mesmo do restante da região. Ponta Grossa, por exemplo, divulgou dados que demonstram a queda do segmento hoteleiro em 2020. Apesar do cenário de crise, há algumas cidades que já mostram otimismo e boas expectativas para o futuro. Este é o caso de São Paulo, que teve crescimento na diária média a partir do terceiro semestre.

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