Iata informa demandas de passageiros e carga em fevereiro

Em ambos os casos, a associação detectou uma queda nos índices em questão, principalmente em razão da rápida disseminação do novo coronavírus (Covid-19) na Ásia-Pacífico

Alexandre de Juniac, diretor geral e CEO da Iata
Alexandre de Juniac, diretor geral e CEO da Iata

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) anunciou quedas de 14,1% e 1,4% nas demandas de passageiros e de carga, respectivamente, em fevereiro. A comparação foi feita com o mesmo mês em 2019 e o descréscimo foi creditado ao impacto do novo coronavírus (Covid-19), principalmente na Ásia-Pacífico.

Vale lembrar que, no período em específico, o vírus estava mais presente na China e países vizinhos, mas já começara a afetar a Europa. “As companhias aéreas foram atingidas por uma marreta chamada Covid-19 em fevereiro. As fronteiras foram fechadas em um esforço para impedir a propagação do vírus e o impacto na aviação deixou as companhias aéreas com pouco a fazer, exceto cortar custos e tomar medidas de emergência”, afirma Alexandre de Juniac, diretor geral e CEO da Iata.

Na visão do executivo, a queda global na procura dos passageiros é grave, mas a situação em empresas aéreas da Ásia-Pacífico é pior. “A queda nesta região chegou a 41%, isso porque àquela época, os impactos da Covid-19 eram mais sentidos. Sem dúvida, esta é a maior crise que o setor já enfrentou”, concluiu.

No caso da demanda de cargas, a maior queda registrada foi na Europa (4,1%).


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