Intercâmbio: entenda como agir em meio a pandemia

Com aeroportos, escolas e países inteiros fechados, intercambistas veem o sonho ser adiado em razão do novo coronavírus. Quais são os caminhos para superar a situação?

Intercâmbio
Na visão do especialista, é necessário avaliar cada país em particular

Com o alastramento da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) pelo mundo, o Turismo foi um dos setores mais impactados. Além de viagens a lazer ou negócios, o intercâmbio foi um dos pilares que sofreu com a situação, incluindo a volta de intercambistas para seus países de origem e o adiamento de viagens. O que fazer, então?

De acordo com Bruno Jesus, sócio-fundador da The Six International Studies, a maior complicação é o fato do intercâmbio ser um projeto realizado a longo prazo. “O processo inclui questões sérias, como planejamento específico da viagem, moradia, alimentação, escola para curso de inglês, pacotes de turismo, entre outras questões”, cita.

Veja algumas das dúvidas mais recorrentes e as orientações do especialista:

Situação dos destinos

No caso do Canadá, por exemplo, as fronteiras ainda estão abertas apenas para quem é cidadão ou residente permanente no Canadá. As escolas de inglês suspenderam temporariamente as aulas presenciais e agora todas são online. Por isso, é preciso ver como está a situação no país em que o intercâmbio foi marcado.

Aos que vão no intuito de trabalhar, é o momento de repensar a situação do mercado de cada destino em particular.

Passagem aérea

Em caso de aquisição do bilhete pela internet, o cliente tem sete dias para desistir da compra. No entanto, se a compra ocorreu há um certo tempo e a data da viagem está próxima, é necessário verificar com a companhia aérea a possibilidade de remarcação ou reembolso.

A maioria das empresas do setor aéreo estão com políticas de flexibilização na remarcação de passagens, com prazo até o final do ano.

Remarcação da viagem

As agências de intercâmbio estão mais flexíveis para remarcar a viagem. A orientação é entrar em contato com a agência na qual o intercâmbio foi fechado, com a escola que comprou o pacote e com a companhia aérea para tentar remanejar a viagem. Muitas agências não cobram esse adiamento.

Cancelamento e reembolso

Quando há comprovação de cancelamento por “motivo de força maior” e faltam menos de sete dias para a viagem, a companhia aérea pode descontar de 5% a 20% desse valor. No caso do pacote de intercâmbio, é preciso confirmar informações no contrato, especificamente na seção de práticas de cancelamentos e multas que as escolas utilizam.


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