Israel é foco no começo da tarde do Fórum de Turismo LGBT em SP

A profissional Renata Cohen, diretora de escritório de turismo de Israel, apresentou o destino por completo, a fim de ir além dos esteriótipos presentes no país

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Renata Cohen, diretora de escritório de turismo de Israel

Na tarde desta quinta-feira (6), no Tivole Mofarrej, foi a vez de Israel apresentar um pouco sobre seus produtos e serviços durante o Fórum de Turismo LGBT, que inciou esta manhã. Renata Cohen, diretora do escritório de turismo de Israel, contou um pouco sobre dados geográficos e mostrou curiosidades locais que tiram o país de esteriótipos.

“É a unica democracia do Oriente Médio. Não necessita de visto nem de vacina, sendo necessário somente o passaporte válido por seis meses após sua data de chegada em Israel. Além disso, no quesito aeroporto, o mais importante para nós é o de Tel Aviv, que recebe várias companhias de todo o mundo, mas também não podemos esquecer do Aeroporto Internacional Ramon Eilat, que, em sua maioria, recebe voos econômicos”, detalha.


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Ainda de acordo com a executiva, o clima local é parecido com o do Brasil, com temperaturas mais altas de abril a outubro, enquanto de novembro a março pode sr frio. Já o vestuário não é julgado, contudo, relembrado por Renata a necessidade de usar roupas adequadas em locais religiosos. Na hotelaria, exite vários empreendimento, com atenção aos hotéis boutiques, que vem em uma crescente demanda.

“Os pontos atrativos são próximos e há uma qualidade muito boa dos transportes públicos, bem como empresas de turismo que proporcionam tudo o que é necessário para atender à experiências do visitante. O mais longe é Meluia, que fica ao sul do País, onde há muitas cadeias de hotéis e que atrai viajantes por conta do mergulho”, explica.

Renata resume, ao fim de seu workshop, que o público deve viajar pelo país, experimentar o destino como um todo, incluindo seu carro-chefe, o deserto. “É um local apto para o turismo de esporte. No entanto, para aqueles que querem contar com uma vida noturna, encontrarão lá. É um país alternativo, com muitos museus e templos sagrados. Quase uma Disney da bíblia e tudo muito bem cuidado. Você vive tudo aquilo. Ninguém volta a mesma pessoa”, completa


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