Leônidas Oliveira assume Secretaria de Cultura e Turismo de MG

O profissional, ex-presidente interino da Embratur, quer transformar as políticas públicas conjuntas de cultura e turismo em referência para todo o País

Leônidas Oliveira

Depois de ocupar os cargos de presidente interino da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur) e de diretor-executivo da Fundação Nacional de Artes (Funarte), ambas autarquias do governo federal, Leônidas Oliveira aceitou o convite do governador Romeu Zema e do vice-governador Paulo Brant para assumir a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult-MG).

O novo secretário, nomeado nessa quarta-feira (13), é professor da PUC Minas, possui experiência em gestão das áreas de Cultura e Turismo no Brasil e no exterior, tendo sido presidente da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte e da Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte (Belotur). Além das passagens pela Embratur e Funarte, Oliveira também presidiu o Fórum Nacional de Secretários de Cultura.

O profissional possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela PUC Minas e mestrado em Restauração e Reabilitação do Patrimônio Histórico Arquitetônico e Urbano pela Universidade de Alcalá de Henares/ Gregoriana de Roma, Itália. É doutor em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Valladolid, Espanha.

Segundo o novo secretário, sua gestão será marcada por uma atuação técnica e descentralizada, pensando em resultados e abrindo diálogo com a cadeia produtiva da Cultura e do Turismo, sindicatos de classe, conselhos, fóruns setoriais, artistas, de forma especial a cultura popular e tradicional, e demais envolvidos na cadeia dos dois setores.

Diante do momento desafiador imposto pela pandemia, Leônidas elegeu políticas e ações emergenciais para trabalhadores de ambos setores como prioridades de sua gestão. “Meu foco, agora, é o artista e o produtor do turismo, até pela questão de sobrevivência. Não posso pensar em outras coisas nesse primeiro momento”, destaca.

O secretário ainda diz que a missão é fortalecer a economia criativa por meio de políticas públicas de Cultura e de Turismo, setores essenciais para a economia mineira e com forte poder de crescimento, gerando emprego e renda. Ele destaca o turismo cultural, gastronômico e natural. “Minha meta é fazer com que Minas Gerais seja referência em políticas públicas dessa oportuna união entre Cultura e Turismo no Brasil”, conclui.


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