Manoel Linhares: “ABIH não endossa memorando entre ABIH-SP e Airbnb”

O presidente da entidade divulgou uma nota, falando sobre o contínuo trabalho da ABIH Nacional com pleitos e interesses do setor

ABIH
Manoel Linhares, presidente da ABIH Nacional

A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional) prestou esclarecimentos sobre a veiculação sobre a parceria da Airbnb com a associação de hotéis em São Paulo. A entidade deixou clara sua insatisfação sobre esse acordo, que envolve um memorando de intenções entre a empresa e a associação paulista, e destacou que não endossa acordos unilaterais sem a sua anuência, tendo em vista que as ABIHs devem observar as diretrizes da entidade nacional.

Manoel Linhares, presidente da ABIH Nacional, divulgou uma nota sobre o posicionamento da entidade frente a essa notícia. Confira!

“Dentre as questões que a ABIH Nacional vem trabalhando como diretrizes, constam pleitos de interesse de toda a classe hoteleira nacional, dentre eles, os mais importantes são questões relativas ao próprio Airbnb e ao Ecad.

Portanto, esses assuntos de relevância nacional devem necessariamente observar o mesmo direcionamento da ABIH Nacional, que, dessa forma, não chancela acordos que visam tratar desses temas sem que os mesmos tenham obedecidos fielmente as instâncias previstas no seu estatuto, entendendo que por serem de grande relevância, com amplas discussões inclusive pelo Congresso Nacional para sua regulamentação e/ou mudanças, eles devem contar com as diretrizes e com as políticas adotadas pela ABIH Nacional.

Assim sendo, fica registrado para todos os associados e ao público de maneira geral que a ABIH Nacional não endossa o memorando de intenções firmado entre a ABIH-SP e a plataforma Airbnb.

Assim, por ser um dos temais mais relevantes da hotelaria nacional, esse assunto não poderá ser tratado de forma unilateral por qualquer associada sem a direta participação da nacional.

Informa ainda que a ABIH Nacional tem trabalhado incansavelmente para que a legislação que trata da regulamentação dessas plataformas seja apreciada pelo congresso nacional, fazendo assim Justiça e dando o tratamento isonômico às partes, evitando distorções que coloquem a hotelaria formal em desvantagem tributária em relação às referidas plataformas.”


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