Marx Beltrão fala sobre liberação de visto no CVB em Brasília

Beltrão pede agilidade na votação de projetos que incentivam o turismo e a economia

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Marx Beltrão deputado federal e ex-Ministro do Turismo

Nesta sexta-feira, o deputado e ex-ministro do Turismo, Marx Beltrão, fez um apelo ao Senado para aprovação da nova Lei Geral do Turismo e a abertura de capital para as companhias aéreas. A fala do executivo ocorreu no XI Congresso de CVB, realizado pelo Brasil Convention & Visitors Bureau em Brasília.

“Acredito na política de liberação de vistos para turistas estrangeiros. Quando era ministro do Turismo, na administração passada, o governo liberou a política de visto eletrônico e que foi implantada para esses mesmos países que, agora, tiveram os vistos liberados: Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão. Apenas com a liberação dos vistos eletrônicos que promovemos no ano passado, houve alta de 15% na entrada de turistas no Brasil só desses países, injetando R$ 415 milhões na nossa economia”, declara Beltrão.

Segundo Márcio Santiago, presidente do Brasil Convention, o momento atual do país exige que haja uma maior participação empresarial no processo de abertura do mercado.

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Marx Beltrão destacou aos os presentes, os principais pilares para o desenvolvimento do turismo. “É essencial a retirada da burocracia. Por isso, quando era ministro do Turismo, mandei para o Congresso a reformulação da nova Lei Geral do Turismo, desenhada por todos que fomentam o turismo nacional. Todas as sugestões enviadas ao ministério foram analisadas por técnicos e deram origem ao projeto de lei”. A nova Lei Geral do Turismo foi aprovada pela Câmara dos Deputados nesse ano e tramita no Senado Federal.

Sobre a promoção dos destinos turísticos, o ex-ministro defendeu mais verbas para o Ministério e a Embratur, que não pode competir com Argentina e Equador. “Precisamos de uma Embratur sem amarras para poder fazer parcerias com a iniciativa privada e divulgar o nosso país lá fora. O Ministério do Turismo poder fazer o mesmo no âmbito do turismo nacional”.

Outro ponto defendido pelo deputado foi a continuidade do processo de privatização de aeroportos, regulamentação dos voos chart e a abertura de capital para as companhias aéreas que podem receber capital estrangeiro com CNPJ brasileiro.

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