Mercado aquecido: FOHB e Equipotel movimentam setor hoteleiro

A 57ª Equipotel e o 2º Fórum Nacional da Hotelaria movimentam o mercado hospitaleiro e oferecem oportunidades de fomentar os negócios

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Fórum Nacional da Hotelaria e Equipotel reúnem líderes para promover networking, apresentar novidades e debater os rumos do setor.

Setembro foi um mês de alta para a hotelaria nacional. E não estamos falando sobre taxas de ocupação. Líderes do segmento, formadores de opinião, executivos e equipes de vendas participaram de dois importantes eventos voltados ao mercado de hospitalidade, com foco em negócios e tendências.

Com formato dinâmico, dividido entre palestras e painéis, a segunda edição do Fórum Nacional da Hotelaria trouxe nomes conhecidos nacionalmente ao palco do centro de convenções do hotel Pullman Vila Olímpia, na capital paulista. O evento organizado pelo Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) atraiu 400 participantes com debates em torno do tema central “Hospitalidade da Era da Disrupção”.

Durante a abertura, Orlando de Souza, presidente executivo do FOHB sinalizou a oportunidade de networking aos “abnegados profissionais que acreditam no potencial dessa indústria” e destacou a necessidade de ter um olhar atento para o futuro dos negócios. “As entidades podem e devem contribuir para o desenvolvimento do setor”, disse, emendando dados de uma pesquisa feita em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Os números mostram o impacto da hotelaria na economia brasileira, revelando que cada R$ 1 milhão injetado no setor de alojamentos gera 24,6 mil empregos diretos e indiretos. “Somos protagonistas da recuperação do País”, afirma. O FOHB representa hoje 24 redes que respondem por 676 unidades hoteleiras. Juntos, os associados detêm 150 mil unidades habitacionais no País.

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Estabilidade entre crises

Max Gehringer, consultor de carreiras, autor e palestrante, abordou o gerenciamento de mudanças com base em três pilares: crise, mudanças e gente. Um dos problemas, segundo ele, é a dicotomia na sociedade atual que contrasta os ideais da mão de obra – em boa parte formada por millennials que desejam mudar o mundo – com a gestão liderada por profissionais de outra geração, focada em metas e lucro. 

Para solucionar a questão, o consultor deu uma dica importante aos gestores presentes. “Contrate com base no trabalho a ser feito, na capacidade da pessoa de executá-lo e no alinhamento de valores entre colaborador e empresa. Nunca com base em promessas de sucesso”, sugere. Para ele, a carreira de hotelaria é uma profissão que tem vida longa pela frente, mas exige equilíbrio para lidar com as constantes mudanças. “É preciso se adaptar”, finalizou.

Ele defende que mudanças são inevitáveis e sugere antever os eventuais desvios de caminho para minimizar o impacto das transformações nas organizações. “É impossível prever o futuro, mas sabemos que qualquer evento mundial afeta diretamente a nossa economia. Somos um País que vive períodos de estabilidade entre crises”, conceitua.

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Brasil em 2020

Pé no chão, trabalho e otimismo moderado. Esses foram os conselhos de Zeina Latif, economista-chefe da XP Investimentos, que prevê alguns anos de muitos esforços para reverter os erros passados. “Estamos no caminho certo com a retomada da agenda de reformas estruturais e o início da simplificação do sistema tributário, mas elas não trarão benefícios imediatos”, alerta.

A economista reforça a urgência na aprovação da Reforma da Previdência, mas explica que ela não será a salvação da pátria. Vai impedir, entretanto, que esse período longo de instabilidade econômica seja estendido ainda mais. “A medida servirá para conter o crescimento dos gastos públicos e a dívida pública em proporção com o Produto Interno Bruto”, sinaliza. 

Antevendo um eventual superávit primário apenas para um próximo mandato presidencial e somente “se tudo der certo”, Zeina ressaltou, ainda, que a falta de recursos para investimentos públicos limita o crescimento do País e sugeriu que os empresários se preparem para um horizonte de baixo crescimento. “Fazer as reformas necessárias não é tarefa fácil, especialmente no Brasil, onde há fragmentação partidária. Até lá, a economia permanece em um cenário fragilizado”, opina.

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Perspectivas

Com mediação de Roland de Bonadona, o debate sobre perspectivas contou com a participação de Pedro Cypriano (Hotel Invest), Patricia Boo (STR), Rodrigo Cezar (Alagev), Antonio Dias (Royal Palm Hotels & Resorts), Pedro Carraz (XP Investimentos) e Eduardo Giestas (Atlantica Hotels). Um dos destaques foi a retomada (ainda que a passos lentos) do mercado sinalizada por uma pesquisa da Hotel Invest.

Os dados mostram que o RevPar da hotelaria nacional cresceu, até julho, 10% no acumulado do ano em comparação com 2018. Todas as capitais registraram alta no índice, com destaque para Belo Horizonte (MG) que cresceu 24%. Fortaleza (CE) foi a única exceção, com queda de 5,8%. O estudo mostrou, ainda, que a ocupação subiu 5,7% e a diária média cresceu 4%.

A STR destacou crescimento na demanda mundial e ressaltou que, na América do Sul, a procura cresceu 3,5% em junho em relação ao mesmo mês de 2018. O aumento de 1,2% na oferta, apesar de parecer pequeno, foi reforçado pela executiva como benéfico tanto para elevar os índices de ocupação, quanto na possibilidade de aumentar a diária média. O índice registrou queda na maioria dos mercados globais, sendo que São Paulo (SP) e o Rio de Janeiro (RJ) soaram o alarme de emergência, com declínio de 35,6% e 56,3%, respectivamente. 

Os painelistas foram unânimes em relação à retomada, mas sinalizaram a necessidade de ter cautela. “Após um longo período de crise, o investidor do setor entende melhor como funciona a operação hoteleira. Agora teremos uma fase de expansão mais realista”, resumiu Giestas. Para Dias, um dos segredos é manter a oferta para ajudar a recuperação. “Mesmo com a crise dos últimos anos, o momento é bom para desenvolver novos projetos”, disse.

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Outro debate reuniu Patrick Mendes (Accor), Flávia Lorenzetti (Selina) e Vinícius Marques (VMV Group). Mediados Por Gabriela Otto (GO Consultoria), os líderes falaram sobre novos modelos tanto para o atendimento quanto na concepção dos meios de hospedagens. A experiência do hóspede e plataformas disruptivas como Sonder – fundada em 2012 com formato que mescla características da hotelaria com as do Airbnb – foram mencionadas, assim como a eficiência na distribuição.

A adoção de tecnologias para agregar em experiência e facilitar os processos também foi destacada como diferencial para os negócios. “É inacreditável que o check in ainda seja feito em papel. O hóspede pega fila, escreve seus dados e entrega a uma atendente que os digita no sistema. É um ponto de estresse que as tecnologias precisam eliminar para que o cliente use o tempo no que realmente importa”, pontua Marques.

As disrupções e o futuro do setor de hospitalidade guiaram a apresentação de Peter Kronstrom, diretor da Kopenhagen Institute. O dinamarquês que vive há nove anos no Brasil reforçou  a complexidade de se pensar sobre o porvir, já que o futuro significa uma série infinita de cenários possíveis e está diretamente ligado à imaginação. “Precisamos de dados para entender o passado e, com eles, criamos projeções. Estudar o futuro faz parte da natureza humana e só chegamos ao dia de hoje por uma série de decisões anteriores. Só de estarem aqui, vocês já estão alterando os rumos da hotelaria brasileira”, disse.

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À frente do instituto que conta com 50 pesquisadores em nível global, sendo 15 dedicados à América Latina, ele sugere que os executivos passem a colocar em pauta as mudanças desejadas para o longo prazo. Nesse quesito, Kronstrom apresentou algumas das megatendências que vêm moldando o mundo. Entre os 14 temas estudados, o diretor destacou a sociedade da rede, modelo que sinaliza oportunidades para a hotelaria. “As pessoas estão cada vez menos preocupadas com bens e uma das consequências disso reflete na moradia. Quase ninguém quer ser proprietário de casas no futuro”, afirma.

Para ele, a indústria também deve ficar de olho na evolução dos transportes. “O carro autônomo já é fato, a tecnologia existe e o modelo terá implicações sobre o segmento de viagens”, diz. Além de sinalizar a volta das roadtrips, os consumidores do futuro irão usar o tempo em trânsito para educação e para vivências, incluindo as turísticas.

O segredo, para ele, está em entregar tempo ao cliente. “Essa é a única coisa que ele não consegue substituir”, diz. Outra estratégia é investir na terceira idade, faixa populacional que fica mais tempo na ativa e é um mercado praticamente esquecido. “A ideia de tratar essas pessoas como idosas acabou”, diz.

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                                               Modelo de sucessoRafaele Cecere, diretor da R1 AudiovisualA montagem do Fórum Nacional da Hotelaria ficou a cargo da R1, empresa de audiovisual líder no mercado brasileiro. Mais do que oferecer soluções completas em cenografia e tecnologia de ponta, a empresa liderada por Raffaele Cecere reforça as ações sustentáveis como aspectos essenciais em seu modelo de negócios. Após o fim da programação, os painéis foram doados à ONG Primavera para confecção de bolsas e bonecas.Um vídeo em homenagem aos 15 anos da empresa, completados neste ano, mostrou a opinião dos gestores hoteleiros à frente de importantes bandeiras que atuam como eventos em território nacional. Unânimes em ressaltar a tecnologia e a consistência na entrega, os executivos consultados foram além. Valores com ética e honestidade entraram no rol de atributos da empresa que trabalha com 50 hotéis no País. Parceria foi outra palavra-chave no discurso dos profissionais, ao colocar a R1 em uma categoria diferente, acima de um mero fornecedor. “Isso não é fácil porque nosso serviço é muito sensível e a chance de erro é grande. Por isso, fazemos um trabalho de gestão forte com as equipes, reforçando que temos objetivos em comum”, diz Paulo Amorim, gerente de Relacionamento B2B, responsável pelas áreas de Marketing e Comercial.A empresa oferece soluções completas e emprega hoje 300 especialistas e atende a mais de 500 clientes, realizando uma média de 12 mil eventos por ano. Cecere, presidente e cofundador da R1, reforça que não abre mão dos princípios que nortearam a estreia. “Abrimos a empresa não só com proposito comercial, mas para trazer algo diferente. Nossos valores reforçam a importância das pessoas dentro da organização, damos chances de crescimento aos colaboradores, usamos os recursos de forma consciente e investimos em trabalho social para provar que é possível, sim, ter um mundo melhor. Essa é a essência da R1”, finaliza.


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Equipotel: Reinventando a hospitalidade

Manter a quantidade e apostar em qualidade. Esse foi o foco da 57ª edição da Equipotel, que aconteceu entre os dias 10 e 13 de setembro, no São Paulo Expo, na capital paulista. O evento, que trabalhou o tema “Onde a Hospitalidade se Reinventa”, contou com a presença de diversas autoridades do setor turístico e parceiros, proporcionando geração de negócios e networking. Durante os quatro dias, a feira recebeu 24.686 visitantes.

Para Paulo Octávio, vice-presidente da Reed Exhibitions, a diversidade de produtos oferecidos é ponto importante para entender a montagem da feira. “Investimos em setorização, buscando os principais players de áreas importantes da hospitalidade. Essa é uma das estratégias para melhorar a qualidade da Equipotel”, disse. Gustavo Binardi, diretor de Portfólio da Reed Exhibitons, reforça que sua função como organizador é justamente entender os pontos de interesse do público e de que maneira pode-se agregar valor. “O evento é um composto, que trabalha de maneira coletiva o que podemos disponibilizar para os expositores”, destaca.

De acordo com Thaís Faccin, gerente de Produto da Equipotel, 65% dos expositores continuam expondo em 2019. Além disso, afirmou ao Brasilturis Jornal (confira a entrevista exclusiva no box) que a organização registrou acréscimo de 15% no número de inscrições concluídas, frente à edição de 2018. “O grande objetivo em 2019 era promover a verdadeira semana de hospitalidade”, salientou.

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Alguns dos destaques ressaltados pela profissional foram as ações com hosted buyers e o Premium Club Plus. “Nosso público é formado por profissionais com alto poder de decisão. Por isso, criamos dois programas para o evento. A Equipotel está custeando a vinda de 60 compradores do Brasil e da América do Sul, focados nas rodadas de negócios. Além disso, o clube de compradores permite que expositores indiquem seus potenciais clientes para que possamos realizar um atendimento diferenciado”, conota.

Quanto à qualidade do evento, a gerente destaca a expansão no conteúdo – com salto de 50 para 200 horas de horas de palestras, debates e workshops – e o desenvolvimento comercial, com crescimento de uma para três rodadas de negócios, na comparação com a última edição. “São os insights que a gente reserva para que eles venham ao evento, além da exposição das empresas”, diz.

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Resultados

Com 24.686 visitantes durante os quatro dias, o evento registrou aumento no índice de satisfação de expositores – que saiu de 35% para 39% – e visitantes – que teve 54% de satisfação frente aos 40% do ano passado. A razão para essa boa aceitação se dá justamente pela maior qualificação dos visitantes, que se unem às oportunidades de negócios e prospecção de novos clientes.

As expectativas para o ano que vem são otimistas tanto para a edição regional, que acontece em Salvador (BA), quanto para o encontro nacional. Entre os dias 13 e 15 de maio de 2020, a capital baiana receberá o evento, no Centro de Convenções Salvador, juntamente com o Conotel. “Levar o evento para outros estados fortalece nosso compromisso como a maior feira de hospitalidade da América Latina. É preciso aproximar o visitante com poder de decisão de temas e lançamentos hoteleiros”, finaliza Thaís. A Equipotel 2020 será realizada de 15 a 18 de setembro de 2020, das 13h às 21h, no São Paulo Expo.

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                          Thais Faccin - Equipotel Entrevista: Thais  Faccin, gerente da Equipotel                          Thais Faccin, gerente de produto da EquipotelBrasilturis Jornal – Quais pontos foram melhorados em relação à edição passada e quais ainda precisam de atenção para a próxima 2020?Thais Faccin – O crescimento e a diversidade de expositores e visitantes foi muito importante. Outro aspecto positivo foi a quantidade de lançamentos na feira que foram inscritos no Selo Hospitalidade – 101 no total – para inovações com foco em redução de custo operacional e maximização do serviço prestado, design, uso ou aplicação e sustentabilidade. A curadoria das experiências foi um ponto alto nas avaliações. Para a edição de 2020, nosso desafio é trazer uma variedade ainda maior de expositores em todos os setores do evento, além de manter a alta relevância do conteúdo apresentado, trazendo ainda mais atrações.Quais fatores levaram ao acréscimo de 15% nas inscrições?
Trabalhamos para atrair uma grande quantidade de visitantes qualificados em diferentes frentes, além de contar com o apoio e a indicação de profissionais de meios de hospedagem dos membros de nosso Conselho Consultivo e Expositores. Também fizemos uma construção ativa de banco de dados de profissionais de meios de hospedagem em todo o Brasil. O sucesso da edição regional, realizada em Goiânia, em maio, foi fundamental para o aumento e qualidade das inscrições.
Quais foram os benefícios conquistados com a setorização da feira?
Neste ano, dividimos a Equipotel em seis setores: Arquitetura & Decoração, Cozinhar & Servir, Lavanderia & Limpeza, Relax & Bem-Estar, Serviços & Manutenção e Tecnologia & Segurança. Os temas foram escolhidos de acordo com a devolutiva que tivemos de nossos visitantes e expositores sobre o ano anterior. A setorização otimizou a visita para o público visitante, que pôde encontrar tudo que era de seu interesse em um mesmo local no pavilhão.
Quais foram as principais demandas atendidas nessa edição?
Além da divisão por setores, buscamos o apoio de parceiros estratégicos para fazer a curadoria de nossas experiências – foram mais de 200 horas de conteúdo elaboradas pelos principais especialistas do mercado. O Auditório Hospitalidade, por exemplo, contou com conteúdo focado em Hostel; aconteceu a terceira edição do Fórum Brasileiro de Hotéis Independentes, realizado pelo Grupo Nobile; e também realizamos o Workshop de Governança Hoteleira. Além disso, também contamos com o expertise da Engefood para elaborar a programação aos profissionais de food service e organizamos o Motel Design, criado em parceria com a ABMotéis.
Quais as percepções adquiridas com as ações Hosted Buyers e Premium Club Plus deste ano?
Programas como Hosted Buyers e Premium Club Plus são de extrema relevância para um setor como o que em que estamos atuando. Fizemos grandes esforços durante todo o ano para garantir que o visitante da Equipotel seja qualificado (compradores, tomadores de decisão, sócios ou proprietários), e fazemos questão de destacá-los entre os visitantes do evento e também para nossos expositores. 
O Premium Club Plus foi um grande sucesso e, neste ano, a novidade foi o programa Hosted Buyers. Recebemos cerca de 50 gestores de meios de hospedagem do Brasil e da América Latina, convidados pela organização do evento para compor a primeira edição do programa Hosted Buyers. Tanto os participantes do programa Hosted Buyers quanto do Premium Club Plus foram selecionados por conta de seu perfil profissional e forte poder de decisão.Além de São Paulo e região, é possível mensurar quais regiões são beneficiadas pela feira?
Temos alta adesão de visitantes das regiões Sul e Sudeste, devido à proximidade dos estados ao local de realização do evento. Após nossa edição regional em Goiânia, percebemos também o aumento de visitantes da região Centro-Oeste e pretendemos ampliar a participação do Nordeste com a próxima edição regional em Salvador.
Quais novidades podemos aguardar para o ano que vem?
Queremos continuar com a fórmula que se mostrou bem-sucedida nesta edição: trabalhar em uma estratégia que trará variedade de marcas em diferentes setores e ampliar nossa base de visitantes, sempre focando em profissionais de alta qualificação, auxiliando nossos expositores a fechar os melhores negócios, além de oferecer experiências inspiradoras focadas em conteúdo, inovação, negócios e relacionamento.


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