Mississippi busca atrair turistas com proximidade de New Orleans

O uso de New Orleans como porta de entrada para o Mississippi é essencial para o incremento de viajantes da América do Sul, principalmente do Brasil
Katie DeMetz, gerente do programa internacional do Turismo do Mississippi
Katie DeMetz, gerente do programa internacional do Turismo do Mississippi

O Mississippi, presente no oitavo International Showcase, aposta na proximidade com New Orleans para atrair mais visitantes estrangeiros em 2020. O estado americano está há uma hora de carro da cidade mais conectada do Sul dos Estados Unidos, que recebe voos diretos da Copa Airlines vindos do Panamá.

Apesar de receber cerca de 23 milhões de turistas ao ano, o estado americano ainda não conta com margens expressivas de visitantes internacionais. Inclusive, apenas 4,4 mil brasileiros passaram pelo território do Mississippi, conforme detalhado no último relatório do Visit Mississippi.

Aliás, o uso de New Orleans como porta de entrada para o Mississippi é essencial para o incremento de viajantes da América do Sul, principalmente do Brasil. Voando com Copa, o passageiro pode fazer um voo direto de São Paulo ao Panamá.

Para Katie DeMetz, gerente do programa internacional do Turismo do Mississippi, as novidades e atrativos do estado carecem de mais divulgação e, por isso, crê que eventos como o International Showcase são essenciais e garantiu presença na Missão de Vendas pelo Brasil em 2020.

“O Brasil é um mercado que queremos continuar explorando e temos certeza que continuará crescendo cada vez mais”, exaltou a executiva, destacando ainda a abertura de um novo aquário na cidade de Gulfport, para abril de 2020, e a adição de novas paradas na Rota do Blues do Mississippi.

Grammy Museum do Mississippi

Jack McWilliams, gerente operacional do Grammy Museum do Mississippi
Jack McWilliams, gerente operacional do Grammy Museum do Mississippi

Falando em música, o Grammy Museum de Cleveland é o segundo em todo o mundo dedicado ao maior prêmio da indústria musical. O local abriu a pouco mais de três anos e já registrou cerca de 100 mil visitantes.

No espaço, é possível conhecer a história por trás da formação do cenário musical americano, acompanhar exposições temporárias, que mudam a cada seis meses. A mais recente é focada nas mulheres da música country americana.

“Um dos conceitos errados que as pessoas têm quando olham o nome ‘Mississippi’ é que o museu é dedicado apenas a música local. Pelo contrário. Temos exposições e homenagens para todos os gêneros musicais”, apontou Jack McWilliams, gerente operacional do museu.


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