Movida estreia no Índice Carbono Eficiente da B3 em 2021

A Movida tornou-se a primeira locadora de veículos do mundo, listada em bolsa, a obter a certificação de empresa B, no começo de 2020

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Foto: reprodução

Neste mês, a Movida Aluguel de Carros passou a integrar o Índice Carbono Eficiente, que conta com 62 empresas dedicadas a diminuir a emissão de carbono. A Locadora também participa pelo segundo ano consecutivo da Carteira ISE da B3.

“A sustentabilidade sempre foi um pilar fundamental para a Movida. A companhia tem a missão clara de gerar valor para todos, para a construção de um mundo melhor, e faz tempo que ela entende que esta responsabilidade passa por todos os seus agentes transformadores, o que inclui cada uma das suas áreas de negócios”, afirma Edmar Lopes Neto, CFO da Movida.

Criado em 2010, o ICO2 B3 tem como propósito ser um instrumento indutor de discussões sobre mudança do clima no Brasil. Única representante brasileira na cúpula da ONU sobre o clima que aconteceu em dezembro, a Movida tornou-se a primeira locadora de veículos do mundo, listada em bolsa, a obter a certificação de empresa B, no começo de 2020.

Entre os compromissos assumidos pela Movida estão tornar-se carbono neutro até 2030 e carbono positivo até 2040, além de plantar um milhão de árvores no corredor da biodiversidade do Araguaia, em parceria com a Black Jaguar Foundation.

Confira as ações que a Movida se comprometeu a realizar:

  • Plantio de 1 milhão de árvores no Corredor da biodiversidade do Araguaia, realizada em conjunto com a ONG Black Jaguar Foundation que permitirá a captura de 1 milhão de tonelada de CO2 da atmosfera;
  • Loja Ecoficiente, que visa otimizar o uso dos recursos naturais por meio de ações sustentáveis quanto ao uso de energia e água, gerenciamento de resíduos e emissões de gases e efeito estufa;
  • Adequação do sistema de todas as lojas e escritórios da Movida para um abastecimento com 100% de energia renovável, reduzindo, a partir de 2021, mais de 740 toneladas de CO2eq por ano;
  • Impulsionamento da economia circula e inclusão social de catadores e cooperativas de forma a reduzir em 50% o envio de resíduos a aterros sanitários a partir do próximo ano.

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