Nova Zelândia tem aumento de 20% de brasileiros que cada vez mais buscam lazer

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Karem Basulto aposta em diversidade do destino e câmbio mais barato para atrair brasileiros

A Nova Zelândia tem ganho cada vez mais turistas brasileiros. No comparativo de julho de 2017 a julho de 2018, a presença de viajantes do Brasil no destino cresceu 21%, saltando para 19.232 pessoas, sendo que as viagens a lazer deste público saltaram em 35%, algo comemorado pelo escritório de turismo local, que quer consolidar o país como opção de férias.

Neste ano, o grande trunfo para incrementar ainda mais as viagens dos brasileiros a Nova Zelândia é a alta do dólar americano, que chegou a atingir R$ 4,20 na última semana. O dólar neozelandes, em contra partida, tem atualmente um custo próximo de R$ 2,72. De acordo com a diretora do Turismo da Nova Zelândia na América Latina, Karem Basulto, o câmbio favorável será um diferencial para incentivar os viajantes.

“Cada vez mais trabalhamos junto ao trade para mostrar um país diversificado, que não precisa de visto, sendo necessário apenas uma autorização aos turistas, uma opção de férias com a família e utilizar essa vantagem do valor do câmbio, que será um bom argumento de vendas”, afirmou.

Segundo Basulto, dentre os principais destaques que tem chamado a atenção dos brasileiros na Nova Zelândia estão Auckland, Rotorua e Queenstown. “Auckland é um destino de cidades, enquanto Rotorua conta com uma extensa diversidade cultural além de ser o local onde ficam os gêisers, e Queenstown é conhecida pelos fiordes e pelas vinícolas”, disse a executiva.

“Apesar de termos esses locais consolidados, queremos levar os viajantes também para outros lugares como Marlborough, região considerada ter os melhores vinhos do mundo, Stewart Island onde há paradas de cruzeiros e onde há obersavação de golfinhos, entre outros”, salientou Basulto.

Movimento aéreo

Lucila Buratto, da Dscover the World (representante da Air New Zeland), ressaltou a alta de brasileiros

A alta dos brasileiros na Nova Zelândia, que ficam em média 12 dias, também é refletida no fluxo de passageiros tupiniquins que embarcam no voo da Air New Zeland, que decola para o país da Oceania a partir da capital argentina de Buenos Aires, de acordo com a representante da aérea no Brasil, Lucila Buratto.

“Tivemos um fluxo 50% maior de passageiros brasileiros, em relação a 2017, e notamos que é um público que tem deixado de ser formado apenas por estudantes e hoje já conta com a presença de famílias em busca de viagens a lazer. A Nova Zelândia está se desmistificando e deixando de ser vista apenas como destino de intercâmbio”, apontou.

“A grande questão para consolidar uma rota direta entre o Brasil e a Nova Zelândia é ter a disposição uma aeronave Long Range que consiga realizar a rota de mais de 15 horas de uma ponta a outra. Porém, a Air New Zeland estuda implantar um voo direto nos próximos dois anos”, destacou Buratto.

Kiwi Link

Operadores tiveram a chance de firmarem novos negócios com diferentes empresas de turismo da Nova Zelândia, em São Paulo

Pra manter o destino em alta, o Turismo da Nova Zelândia tem apostado em treinamentos, capacitações e rodadas de negócios junto ao trade brasileiro. Anualmente, o Kiwi Link traz diferentes expositores neozelandeses, que passam por rodadas de negócios de 15 minutos com cada operador. Neste ano, novamente, o evento foi realizado no Hotel Intercontinental, em São Paulo.

Após passagem pela capital paulista, os executivos seguem para Buenos Aires, onde também estarão reunidos com o trade argentino, em busca de novos negócios.

“Vemos a Nova Zelândia cada vez mais forte entre os operadores e agentes e sem qualquer rejeição de vendas. Além disso, fazemos diversos treinamentos com os profissionais para estarem sempre capacitados a venderem o destinos”, disse Karem Basulto.

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