Nova Zelândia passa a exigir eTA de turistas internacionais

Medida é válida para viagens a partir de outubro deste ano

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Nova Zelândia
Representantes do Turismo da Nova Zelândia e fornecedores durante o roadshow em São Paulo

O Turismo da Nova Zelândia realiza uma série de roadshows no Brasil durante esta semana, com expectativa de atingir 600 profissionais. Ontem (10) a capacitação aconteceu no Rio de Janeiro e hoje foi a vez de treinar os agentes de viagens de São Paulo.

O grupo – formado por representantes do escritório sul americano, executivos da Air New Zealand e parceiros de hotelaria, atrativos e destinos do país da Oceania – faz a última escala nacional em Porto Alegre (RS) amanhã e sexta-feira. Nos dias 16 e 17 de setembro, o treinamento será em Buenos Aires (Argentina).

O formato inclui apresentações do destino para agentes, espaços para networking e rodadas de negócios entre executivos de operadoras e fornecedores locais. “Esses são nossos principais emissores na América do Sul, mas também convidamos profissionais de mercados vizinhos, como Belo Horizonte, Goiânia, Brasília, interior paulista, Curitiba e Florianópolis para participar”, explica Karem Basulto, gerente do escritório sul-americano.

A ideia é mostrar novidades em produtos, explicar as novas exigências para imigração e oferecer novas oportunidades ao trade para aumentar os negócios entre os países. Uma dessas oportunidades é a campanha de vendas em parceria com a Air New Zealand, anunciada durante o evento paulistano. A aérea irá oferecer valores promocionais a partir de segunda-feira (16).

Novas exigências

Marco Marques, executivo responsável pelo atendimento ao trade sul americano, destacou que os viajantes agora precisam preencher o New Zealand Eletronic Travel Authority (NZeTA), formulário eletrônico exigido pela imigração do país para turistas internacionais. A medida é obrigatória e vale para embarques a partir de outubro deste ano.

O custo varia de 9 a 12 dólares neozelandeses (NZD) de acordo com o meio escolhido para o preenchimento – aplicativo ou site, respectivamente. Também será necessário pagar a International Visitor Conservation and Tourism Levy (IVL), taxa de NZD$ 35 que será revertida para ações de preservação ambiental e desenvolvimento do turismo. O país não exige visto para viagens de até 90 dias.

Marques reforçou, ainda, a possibilidade de se tornar um expert em Nova Zelândia por meio de um e-learning dividido em 18 módulos sobre o destino. Todo o conteúdo está disponível em português. “Há três níveis de especialistas e, aqueles que chegarem à categoria Ouro têm o benefício de divulgar seus contatos no site voltado ao consumidor final, sem nenhum custo”, informa.

O portal dedicado ao trade também traz ferramentas de vendas, calculadora de distâncias entre atrativos do país e dicas de itinerários para diferentes perfis de clientes, além de mais de mil produtos e serviços com até 50% de desconto para agentes de viagens e um acompanhante. “É o equivalente da ‘tarifa agente’ das aéreas para opções terrestres”, disse o executivo, lembrando que reservas com mais antecedência garantem descontos maiores.

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