Qualitours quer parcerias de excelencia

Por: Antonio Euryco

Como velho lobo do mar, 30 anos de sapiência e muitas voltas ao mundo em cruzeiros por todos os oceanos, Ylya Hirsch se diz calejado para afirmar, em alto e bom estilo, sem melindres: ‘cruzeiros é um negócio turístico no qual se pode ganhar mais dinheiro… Os agentes precisam cortar o medo de oferecer o melhor, existe sim um público que deseja exatamente estes navios fantásticos e suas mordomias confortáveis, muito charme e elegância.’

 

Para quem experiência própria como bom negociador,   e aprendeu muito no relacionamento  de mercado e mesmo no contato diário com sua jovem equipe, a afirmativa é real, pois  de algum tempo para cá, a Qualitours  vem se transformando  em uma operadora assumida em Cruises & Tours. Incluindo sua extensão nominal.  Ainda faz uma coisa ou outra no geral, incluindo o litoral brasileiro, mas é assumido que é pelo mundo, que os melhores negócios deste segmento podem estar.

 

Daí que Ilya e a Qualitours decidiram por uma valorização aos agentes profissionais interessados. Surge o ‘Círculo de Excelência’, inspirado no modelo dos consórcios americanos, sem obrigações e investimento para adesão, mas com características adaptadas ao nosso mercado.

 

Hoje, em uma autêntica aula sobre cruzeiros, o empresário reuniu agências interessadas durante almoço no restaurante Brasserie para mostrar o perfil e foco  do programa que deverá contar, inicialmente, com um grupo-teste de agências, mas  vai aumentar progressivamente até  umas 300. E com a perspectiva de aumento em faturamento pensado em torno de 30%.

 

‘Suporte e orientação em marketing, acesso aos sistemas on-line de companhias, prioridades nas informações, apoios alternativos, ações promocionais conjuntas, treinamento em capacitação com especialização, integração  ainda mais efetiva com a  operadora, escala progressiva de comissionamento…’ são alguns dos itens indispensáveis para este entendimento dinâmico e lucrativo para ambos, como acrescentou Ylya  – ‘estamos criando o Virtuoso no Brasil, é só comparar com  a venda de cruzeiros pelo nosso litoral com os resultados de vendas para cabines da frota de luxo que oferecemos’.

 

Estabelecer essa diferença é ajustar-se ao momento real do país. ‘Desta classe de jovens executivos bem sucedidos, de famílias com mais tempo, renda e condições de lazer, de programas ‘top’ cada vez mais procurados. Na evolução de vendas dos dois últimos anos, o movimento da Qualitours foi progredindo, U$ 2 a U$ 3 milhões em 2010, 15% a mais em 2011, esperamos crescer 20% a mais neste ano…E se o Circulo de Excelência navegar, como desejamos…’

 

O interessante projeto tem poucas restrições. O compromisso principal da agência convidada será o de atingir uma meta mínima  de vendas – US$ 50 mil  foi o valor citado – para seguir com os benefícios.

 

A Qualitours quer dividir as boas perspectivas deste programa onde coloca suia expertise dos cruzeiros de alto padrão como uma moeda de especialização. Durante um bom tempo a operadora tentou ser uma central  de cruzeiros, vendia todos os tipos de navios…’e sobrava muito pouco, até para comer a pipoca que eu tanto gosto’, brincou o empresário durante sua apresentação.

 

Ela foi rica em detalhes, curiosidades e informações, mostrando um pouco de cada uma das representadas.  Começando pela Oceania Cruises, cujo diretor para o Brasil, Jean Saraiva, esteve participando para falar do Marina (completou um ano em março) e  do Rivieira, irmão gêmeo que será inaugurado em maio, ambos com capacidade para 1.256 passageiros. O Marina tem sua passagem pelo Brasil confirmada para o final deste ano, partindo de Roma para o Rio no dia 22 de novembro, e do Rio para o porto chileno de Valparaiso no dia 10 de dezembro.

 

Os navios  e veleiros da Star Clipper, Paul Gauguin Cruises, Compage Du Pouvant, Seaborn, Regent Seven  tiveram seus detalhes, particularidades, novidades e sugestões mostrados. Nem é preciso completar que os agentes presentes ficaram interessadíssimos.

 

Antonio Euryco

 

 

 

 

 

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