Rio CVB se manifesta sobre queima de fogos no Réveillon; confira

O Rio CVB diz confiar no trabalho da Prefeitura e do Governo do Estado, que analisou dados com a colaboração de comitês científicos

Campanha O Rio não Para - Rio CVB

A tradicional queima de fogos no Rio de Janeiro para a virada do Ano Novo foi confirmada pela prefeitura, na quinta-feira (9). O Rio CVB se manifestou favorável a decisão do governo do município, exaltando os impactos positivos na economia carioca.

De acordo com a prefeitura do Rio de Janeiro, a queima de fogos deverá ocorrer em dez pontos da cidade, dentre eles Bangu, Barra da Tijuca, Copacabana, Flamengo, Igreja da Penha, Ilha do Governador, Parque Madureira, Piscinão de Ramos, Praia de Sepetiba e Recreio.

Confira a nota do Rio CVB na íntegra:

O réveillon na orla do Rio de Janeiro, que chega a reunir três milhões de pessoas, é um dos principais eventos de virada do ano no mundo. Junto com o Carnaval, a festa injeta pelo menos R$ 4 bilhões na economia carioca.

As adaptações na festa certamente vão gerar um impacto para o turismo e para a cidade. Ao mesmo tempo, é fundamental garantir a segurança sanitária de cariocas e turistas.

Neste sentido, o Rio CVB confia no trabalho que vem sendo realizado pela Prefeitura do Rio e pelo Governo do Estado, analisando dados com a colaboração dos respectivos comitês científicos, para avaliar as condições da cidade.

A manutenção da queima de fogos sem a realização de shows, que geram aglomeração, é uma solução que pode atender a esses critérios.

O Rio Convention Bureau acredita que boa parte dos turistas vai manter normalmente planos de visitar o Rio de Janeiro no fim de ano. Hotéis, bares, restaurantes e atrações turísticas da cidade seguem os protocolos sanitários, e temos muitas opções ao ar livre.

Gostaríamos de lembrar que, apesar da receita importantíssima vinda desses dois grandes eventos – o réveillon e o carnaval – eles, por si só, não conseguem sustentar um ano inteiro. Por isso, o Rio CVB vem trabalhando para incentivar o turismo de negócios para que o Rio de Janeiro esteja no páreo com outros destinos, não só do Brasil, mas da América Latina.

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