Rio Grande do Norte cresce 169% na malha aérea

O Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves também volta a receber o voo Natal/Lisboa/Natal, com aproximadamente 50% da malha programada, para este período, antes a pandemia

Setur-RN
Aninha Costa, secretária de turismo do Rio Grande do Norte

Na última quarta-feira (23), o Rio Grande do Norte anunciou alta de 169%, analisando os meses de julho a outubro, de acordo com dados da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac). A oferta atual de voos corresponde a 63% do planejado pré-pandemia para o mês de outubro.

A partir de outubro, o Rio Grande do Norte estará conectado aos principais aeroportos do sudeste, centro-oeste e nordeste do Brasil, com ligações diretas de Fortaleza, Salvador, Recife, Rio de Janeiro (Galeão), São Paulo (Guarulhos) e Brasília. Gol, Latam e Azul retornaram e ampliaram as operações no estado.

 “Destinar recursos para a divulgação do Rio Grande do Norte é fundamental, no governo da professora Fátima Bezerra, foi possível incluir o turismo no orçamento estadual. Estamos confiantes na retomada deste setor que movimenta uma cadeia de 52 segmentos e emprega milhares de pessoas”, pontua Ana Maria da Costa, secretária de turismo do Estado.

Eventos

Nesta semana, o estado comunicou também a retomada gradual para o setor de eventos corporativos e de convenções. A portaria publicada em edição extraordinária do Diário Oficial do Estado, na segunda-feira (21), estabelece um cronograma com cinco fases para a retomada.

A primeira fase libera uma frequência máxima simultânea de até 100 pessoas nos eventos. A fase seguinte permite, a partir de 06 de outubro, que os eventos possam ter até 400 pessoas; a fase três, no dia 20 de outubro, permite até 700 pessoas.

Já no dia 03 de novembro, a fase quatro alcança até mil pessoas. E a última fase do cronograma, no dia 17 de novembro, permitirá até três mil pessoas, mas apenas para eventos em ambientes abertos. O cumprimento do cronograma de retomada está condicionado aos indicadores da pandemia do coronavírus no RN. Caso a Secretaria de Saúde detecte uma tendência de crescimento da doença, após a liberação das atividades, as fases podem ser adiadas ou reestabelecidas fases anteriores.


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