Seychelles enfatiza importância do Brasil e quer diversificar perfil de visitante

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Gisele Abrahão (GVA), David Germain e Elsie Sinon (STB)

Um arquipélago paradisíaco em meio ao Oceano Índico. Seychelles certamente está no imaginário de qualquer turista apaixonado por destinos de sol e praia. Consolidado nos segmentos de luxo e romance, o país vem mostrando que a oferta diversificada pode atrair outros perfis de visitantes.

Reforçar as outras facetas do turismo local foi um dos objetivos do encontro promovido na manhã de hoje (21) com o trade paulistano. O Escritório de Turismo de Seychelles (STB) realizou por meio da GVA, empresa que representa o destino no Brasil, um roadshow com 10 empresas para capacitar cerca de 70 agentes e operadores. A ação aconteceu também no  Rio de Janeiro (RJ), em Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS).

A apresentação institucional foi feita por Aline Paschoal, responsável pelo relacionamento com o trade na GVA. Em seguida, os participantes puderam falar diretamente com as empresas que participaram da rodada de negócios – empreendimentos hoteleiros, companhias aéreas e um DMC. ”

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Presente ao evento, David Germain, diretor do STB para África e Américas, agradeceu pelo suporte dado à comercialização de roteiros na ilha. “O mercado brasileiro vem se mostrando muito importante para o país. Está crescendo a cada ano, temos um pequeno e constante crescimento nas emissões para Seychelles ano a ano aqui no Brasil”, disse em entrevista ao Brasituris.

Depois de um recorde em 2017, os números de 2018 mostram que a emissão de turistas brasileiros se manteve estável. “Acreditamos no potencial de crescimento do mercado brasileiro e sabemos que o aumento será pequeno a cada ano, devido às características do destino e à distância. Não somos um destino de massas porque temos uma preocupação genuína com sustentabilidade”, defendeu Germain.

O executivo comemora o bom resultado diante de um ano de crise e reforça a conectividade do destino como outro importante diferencial. “Os brasileiros costumam combinar o destino com outros países, então ligação aérea é importante”, explicou. A New Age, representada no evento pela gerente de planejamento Ana Taquecita, confirmou a informação. Segundo ela, o destino tem sido mais vendido com o passar dos anos, quase sempre em conjunto com África do Sul e outros destinos africanos ou no Oriente Médio.

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Germain celebrou o número de profissionais que interessado pela programação. “Este é o primeiro ano que tivemos um número tão expressivo, o que nos passa a mensagem de que o mercado tem interesse no produto e consolida sua importância na promoção constante do destino e, agora, com a efetivação das vendas”, disse o diretor do STB.

Esse destaque não é à toa. O arquipélago é um dos líderes mundiais em turismo sustentável, com mais de 60% do território preservado. A natureza propicia a prática de atividades de aventura como mergulho, vela e pesca o ano todo e a diversidade cultural se reflete na rica gastronomia local, atraindo também os turistas que viajam em busca de experiências à mesa.

Para quem procura bem-estar e relaxamento, a estrutura dos resorts cinco estrelas atende na medida certa. No roadshow, uma das mesas mais concorridas foi a da The Global Nomads, empresa que participou do evento representando dois hotéis que ultrapassam o conceito de exclusividade. Mais do que uma praia privativa, eles oferecem ilhas privativas.

O primeiro, North Island Resort, oferece 11 exclusivas villas de 300 m2 com toda a exclusividade que se pode imaginar. A presidencial – maior unidade do empreendimento, com 500 – foi local de hospedagem para nada mais, nada menos que a lua de mel do príncipe William e Kate Middleton, duquesa de Cambridge. O segundo é o Six Senses zill passion, com 30 villas exclusivas cercadas pelo Oceano Índico.

Apesar desse luxo todo, o país que começou a se promover no Brasil em 2012, desde então, tenta derrubar o estereótipo que o destino é voltado apenas aos turistas de luxo. A distância faz com que o bilhete aéreo encareça o pacote, mas Germain reforça que há opções de hospedagem com diárias que começam em 60 euros.

A diversificação no perfil do visitante também é notada. “Casais ainda são a maioria, mas não viajam necessariamente para lua de mel. Também temos visto o crescimento de famílias, especialmente durante as férias escolares, e grupos de amigos”, disse Gisele Abrahão, da GVA.

“Muitos jovens também estão chegando para mergulhar, especialmente na época de ver o tubarão baleia. Aos poucos, as pessoas vão entendendo que são vários destinos em um só”, finalizou Gisele.

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