Seaworld anuncia Tigris, atração radical para 2019, e reforça pacote para brasileiros

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Henrique Becker (Tamar), Aline Anzzelotti, Gisele Montano, Mauricio Alexandre, Marjori Schroeder e Martin Diniz (SeaWorld)

Superlativos vêm sendo focos para o lançamento de novas atrações dos parques do grupo Seaworld. Em junho de 2016, a Mako foi inaugurada sob o chamariz de ser a mais rápida, a mais longa e a mais alta hypercoaster de Orlando, categoria de montanha-russa centrada em altíssima velocidade e quedas com sensação de gravidade zero. Hoje, Mauricio Alexandre, diretor de vendas e marketing do Seaworld para o Brasil, anunciou detalhes sobre a Tigris, a launch coaster mais alta da Flórida, com 45 metros. Esse tipo de montanha-russa tem como principal característica a força de impulso.

Basta pensar nos movimentos de um tigre: a ideia da launch coaster é imitar a arrancada do animal no momento da caça. A inauguração está prevista para a primavera de 2019, em Busch Gardens Tampa Bay, e permitirá aos visitantes sentir-se na pele de um dos felinos mais ágeis do planeta. Fãs de adrenalina poderão experimentar a sensação de um arremesso triplo e girar no próprio eixo em um looping invertido. O brinquedo chega a 100 km/h e alterna percursos para frente e para trás. “Usamos tecnologia e inovação para trazer mais emoção para os visitantes”, disse Alexandre.

Do parque para o planeta

Colocar o visitante na pele de animais icônicos é marca-registrada dos parques do grupo. Sentir o movimento das arraias, os saltos do tubarão Mako e, agora, a ágil caçada de um tigre são experiências que também têm também um aspecto educativo. Aproveitando uma característica peculiar do ser humano de prestar atenção apenas ao que conhece, o grupo administra um fundo de conservação para estudo e proteção das espécies. E prega que essas experiências se transformem em atitudes, informação reforçada até mesmo no nome de um dos programas, o “Park to Planet”.

“Nosso propósito é tocar o coração dos visitantes para inspirá-los a agir e mudar o mundo. Queremos criar experiências que fazem a diferença”, defendeu Lisha Duarte, diretora sênior de vendas e marketing internacional. Atualmente, o Sea World & Busch Gardens Conservation Fund investe em pesquisas dentro dos parques e apoia mais de 1,2 mil projetos nos sete continentes. No Brasil, o fundo reverte renda para três projetos: Tamar, Tatu Canastra e WeForest.

Todo o valor de vendas brasileiras para extras nos parques – como o “Quick Queue” – é doado ao Projeto Tamar, por meio de uma parceria firmada em 2017. “Em 37 anos de existência, o projeto já devolveu 35 milhões de tartarugas ao mar. O apoio que recebemos desde 2017 do grupo é importante para seguirmos com os trabalhos, pois muito já foi feito, mas a jornada é longa”, informou Henrique Becker, coordenador técnico do Projeto Tamar – Base Ubatuba.

Gisele Montano, veterinária e pesquisadora brasileira que atua há sete anos em diversos projetos nos parques do grupo, reforçou o compromisso das equipes com a questão de reabilitação e resgate de animais. Segundo ela, nos 50 anos de existência, os profissionais já resgataram e trataram mais de 33,5 mil animais feridos. “Infelizmente, a maioria não consegue voltar à natureza por conta da gravidade dos ferimentos”, explicou.

Ela destacou a importância das pesquisas científicas para entender a biologia dos animais e comemorou seu próximo projeto. Na próxima semana, Gisele irá se juntar à equipe da ONG Ocearch para estudar o comportamento de tubarões na natureza. A profissional brasileira passará uma semana em um barco equipado com laboratório para monitorar o comportamento dos gigantes dos mares.

Especial Brasil

O anúncio da nova atração foi feito em todo o mundo. No Brasil, aconteceu durante um almoço com agentes e operadores na capital paulista. O executivo aproveitou para agradecer a parceria dos profissionais e reforçou o pacote criado sob demanda para o viajante brasileiro que inclui ingresso para três parques e o plano de refeição ‘all day dining’ – que permite refeições durante todo o dia.

O combo, vendido exclusivamente pelas agências brasileiras, sai pelo mesmo valor que o viajante pagaria para acessar apenas dois parques. “Sabemos das dificuldades atuais do mercado e dos fatores macro que vêm afetando a economia. Essa é a nossa forma de apoiar os profissionais, oferecendo promoções arrasadoras para impulsionar as vendas”, explicou Alexandre.

 

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