Seminário CNC: Alexandre Sampaio cobra regulamentação equilibrada das plataformas digitais

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Alexandre Sampaio, presidente do CeturCNC
Por Rafael Massadar, do Rio de Janeiro (RJ)
O presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), Alexandre Sampaio, afirma que as empresas de plataformas colaborativas que permitem locação de acomodações devem ser regulamentadas. De acordo com ele, o Brasil deve seguir o exemplo das cidades de Nova York, Berlim e Paris — ícones do turismo mundial e globalmente reconhecidas pela inovação e livre competição.
“Em Berlim, por exemplo, o usuário da plataforma de hospedagem deve solicitar ao governo licença para operação. A permissão é concedida de acordo com o número de proprietários que já estão disponibilizando os seus quartos na capital. Já em Paris, fica restrito o aluguel de imóveis ou quartos por mais de 120 dias”, cita Alexandre Sampaio.
O dirigente ressalta que as transações comerciais realizadas por meio da internet devem ser objeto de acompanhamento por parte das autoridades fazendárias e pelo Banco Central. Para Sampaio, o Marco Regulatório da Internet e as ações da Secretaria de Serviços do Ministério da Indústria e Comércio, no tocante aos sites estrangeiros em nosso comércio exterior, podem dar subsídios sobre como acompanhar essas negociações.
“É necessário que tenhamos regras claras e transparentes, no âmbito da economia colaborativa, para termos um ambiente de negócios mais empreendedor, amigável e contemporâneo que possibilite rápido crescimento para as atividades do turismo no Brasil”, afirma o presidente da Cetur.
2018 – Alexandre Sampaio diz que o ano deve ser melhor que 2017. Porém, lembra, que é um ano de Copa do Mundo e Eleições. “Será um ano ruim para eventos. Diversos já foram cancelados. O setor da gastronomia e da hotelaria terão problemas”, alerta.

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