STR: Setor hoteleiro evolui na América do Sul e Central; RJ é destaque

De acordo com o estudo, o setor hoteleiro do Rio de Janeiro contou com crescimento significativo após quedas registradas desde a última olimpíada
Hotéis Rio
(Foto: Divulgação)

De acordo com um levantamento realizado pela STR, a América do Sul e Central – não levando em consideração a Venezuela – registraram crescimento no setor hoteleiro. Os dados demonstram que a ocupação cresceu 1,2%, chegando a uma média de 58,8%. A diária média (+8%) e a Revpar (+9,3%) acompanharam esse movimento e fecharam com uma média de US$ 96,25 e US$ 56,55, respectivamente.

Bogotá é um destaque do estudo, já que registra a maior taxa de ocupação desde 2013, fechando 2019 com uma média de 58% (+0,6%). A diária média teve um crescimento de 5% e fechou com uma média de US$ 81,80. Já a Revpar cresceu 5,7% e chegou a uma média de US$ 47,47.

O estudo deixa claro que, por mais que o crescimento tenha sido tímido, Bogotá teve um nível absoluto bom. Além disso, afirma que o desempenho do mercado foi impulsionado pela Agro Expo. Em outubro, os número da ocupação caíram após cinco meses consecutivos de crescimento, com queda mais acentuada um dia antes das eleições locais e regionais.

Outro destaque do estudo é Rio de Janeiro, que demonstrou recuperação após baixas registradas após as olímpiadas de 2016. A ocupação fechou com média de 60,2% (+16,4%); a diária média fechou com média de R$ 395,38 (+9,2%); e a Revpar fechou com média de R$ 238,19 (+27,1%).

A pesquisa declara que este crescimento foi possível por conta dos eventos sediados na capital fluminense, como a Copa América e o Congresso Mundial das Câmaras. No geral, se observa que a demanda cresceu 14,4%.


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