The Peninsula NY supera dificuldades e reforça participação no Brasil

De acordo com Jonathan Crook, gerente geral do empreendimento, vir ao Brasil e destacar as vantagens disponíveis no hotel gera fomento na receita

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Desafios globais envolvem fortemente o mercado norte-americano, conforme afirma Jonathan Crook, gerente geral do The Peninsula New York. Segundo ele, não se nota melhorias absurdas nos números frente a 2018, mas que crescimento econômico local e maior geração de renda auxiliam no superávit da empresa.

“Sentimos uma melhora no mercado brasileiro se comparado com ano passado, mais pelo lazer, pelas nossas ofertas para família, mesmo que 55% de nosso público seja corporativo. Outros mercados também se mostraram mais presentes, como é o caso de Europa e Oriente Médio, que vem mais para realizar negócios”, detalha o executivo.


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Ainda de acordo com ele, além dos próprios norte-americanos, que respondem a uma parcela de quase 60%, há uma maior participação dos mercados do Reino Unido, com cerca de 20% de presença, com o restante dividido entre outros mercados. O Brasil não se posiciona entre os principais mercados, sendo o responsável pela participação de apenas 4%.

“Reino Unido, por mais que esteja mais próximo de Canadá, possui uma boa conexão aérea. Já o Brasil a gente sente que sempre esteve em altos e baixos, mas nos últimos dois anos definitivamente cresceu, não só no empreendimento, mas em âmbito global. Notamos que quanto mais reforçamos nossa participação, mais eles aparecem. Por isso tenho membros da minha equipe que vem ao Brasil. Passamos confiança e explicamos melhor os planos da marca”, declara.

Um dos motivos de orgulho do empreendimento é a taxa de retorno dos clientes, que ficam em uma taxa de 58%, sendo os brasileiros um desses mercados considerados frequentes no meio de hospedagem. “Famílias que reservam para o Natal ou empresário que realiza negócios no hotel. Além disso, os brasileiros não ficam apenas duas ou três noites. Eles são reconhecidos pelas longas estadas, que giram em torno de cinco a sete noites”, comemora o profissional.

Para incentivar ainda mais, a rede hoteleira, que possui ao total três hotéis nos Estados Unidos, promove ações e promoções exclusivas aos clientes durante todo ano, incluindo novas experiências gastronômicas e roteiros por localidades conhecidas, como Brooklyn e Broadway. “Também trabalhamos em nosso serviço. Então, se sabemos que voos brasileiros chegam pela manhã, disponibilizamos um quarto para ele sem cobrar pela noite”, afirma.


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